<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092</id><updated>2011-04-21T14:40:57.867-03:00</updated><title type='text'>TRANSITAR</title><subtitle type='html'>trans-bordar trans-ar trans-cender trans-pirar trans-fixar trans-formar trans-por trans-gredir  trans-lucidez trans-mudar trans-ferir trans-luzir trans-mutar trans-viar trans-tornar</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>40</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-3649764563545685676</id><published>2007-08-10T10:32:00.000-03:00</published><updated>2007-09-25T09:11:30.471-03:00</updated><title type='text'>Dói em mim saber.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"&lt;i style=""&gt;Os&lt;/i&gt; &lt;i style=""&gt;demônios são inúmeros, aparecem nos momentos mais impróprios e geram pânico e terror&lt;/i&gt;”. Esta frase atribuída a Ingmar Bergman me fez lembrar uma outra: “&lt;i style=""&gt;Meu maior amigo (ou inimigo) sou eu mesmo&lt;/i&gt;”, de Emmanuel.&lt;br /&gt;A morte de um ser querido, por exemplo, é um desses momentos em que “os demônios” nos assombram com maior voracidade. A angústia da impotência é terrível. A certeza da nossa incompetência em lidar com isso dói muito.&lt;br /&gt;Não somos “educados” para a morte, o fracasso, a perda e as sensações afins. Ouvimos sempre que a vida só faz sentido quando há a vitória e a conquista. Os “perdedores” são desinteressantes. Como bem observou o filósofo Walter Benjamin, o fato de termos tirado o funeral de dentro de casa é sintomático para uma sociedade que tenta afastar cada vez mais de perto de si a dor. Para uma sociedade que é cada vez mais “forçada” a mascarar sentimentos e estar de acordo com o padrão.&lt;br /&gt;Adorno agrava isso dizendo que a ausência da “dor”, faz-nos alienados do “real”, portadores de sentimentos rasteiros e volúveis. Aliás, questiona-se muito o que seja esse tal de “real”. Não que se deva fazer existir uma apologia masoquista ao sofrimento, mas a falta do “pensar na vida”, este eterno sucumbir aos apelos da indústria cultural, sem nenhum senso crítico – pois a crítica pressupõe a reflexão, e, conseqüentemente a dor – gera aquilo que se tem chamado de “geração analgésico”.&lt;br /&gt;Psicanalistas dizem que nós estamos revelando uma crescente intolerância à dor e à frustração. Percebo como reflexo ou resultado disso, a busca por alternativas rápidas e descartáveis de prazer. Daí a teoria dos “amores líquidos” exposta por Zygmunt Bauman. A exaltação do aqui e do agora, sem privações. Enfim, muitas são as causas e impensáveis são as conseqüências.&lt;br /&gt;Mas a "morte" é um choque muito cruel de realidade. Acredito sinceramente, como disse Sócrates, que só se morre quando se é esquecido. Mas, apegados que estamos ao físico e à imagem, a ausência do ser amado nos causa dor e sensação de vazio.&lt;br /&gt;Jesus disse: “Na vida terás aflições, mas sedes forte, eu venci o mundo”. Difícil compreender isso quando não conseguimos vencer nem a nós mesmos. Os demônios são a nossa incapacidade diante do invisível e do imprevisível. Precisamos, a cada grão-segundo, (re)aprender a lidar com eles, ou seja, (re)aprender a lidar com nós mesmos, com nossas limitações e nossas qualidades, daí a lúcida afirmação de Emmanuel.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;***&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Esta semana que antecedeu o dia dos pais, revivi o quanto a vida só vale a pena se for pra ser vivida “junto” de quem amamos. Digo revivi porque já perdi, e ainda agora não superei, alguém muito significativo para mim. Desta vez foi o filho de um amigo muito amado. Quão impotente é nossa vontade de ajudar e de acalentar diante da “perda”!&lt;br /&gt;Este texto é só pra dizer, e diz: NÃO HÁ PERDA, pois não haverá esquecimento.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;            &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;***&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E há o dia dos pais. Mais um dia para aquecer as vendas do comércio.&lt;br /&gt;A convivência diária nos leva, por vezes, à cruel automatização dos sentimentos e ações. À cegueira diante do quão é maravilhoso viver junto de quem se ama.&lt;br /&gt;Pelos motivos mais adversos, sempre tive uma relação complicada com meu pai. Felizmente isso tem sido sanado. Quero muito ser pai, talvez na ilusão de fechar feridas, talvez para suprir ausências do passado... Talvez tenha uma visão romântica e distanciada do que realmente seja “ser pai”. O que sei é que sinto falta do abraço dele. Daquele abraço que pouco nos permitimos, mas que sempre desejamos.&lt;/span&gt;    &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-3649764563545685676?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/3649764563545685676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=3649764563545685676&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/3649764563545685676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/3649764563545685676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2007/08/doe-em-mim-saber.html' title='Dói em mim saber.'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-2294408778494029628</id><published>2007-07-27T11:58:00.000-03:00</published><updated>2007-07-27T16:09:48.208-03:00</updated><title type='text'>Fala sério!</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;Tenho tentado ficar calado sobre este assunto da aviação brasileira, mas...&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;Depois de uma reportagem do &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;b&gt;BOM DIA BRASIL&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt; comparando o sistema aéreo dos Estados Unidos e Europa com o nosso e ainda mais hoje, ao abrir &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;b&gt;O GLOBO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;, não resisti. Tive que vir aqui socializar algumas indignadas indagações.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;A matéria em questão tem o título: “&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;i&gt;Do Rio a São Paulo, hoje uma viagem diferente&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;”. Nela narra-se a &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;i style=""&gt;odisséia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt; de uma equipe de &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;b&gt;O&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;b&gt;GLOBO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt; ao percorrer o trecho de ônibus entre as duas cidades, constatando surpresa(!) algumas coisas. Prestemos atenção nos termos usados no texto:&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                          &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;b&gt;(...) 80% dos passageiros estavam enfrentando o ônibus para fugir dos aviões.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;(Imaginem se nós tivéssemos que &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;i style=""&gt;enfrentar&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt; horas na fila de um hospital, sob sol, chuva e sereno? Ou &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;i style=""&gt;enfrentar&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt; um “pau-de-arara”, transporte habitual de “homem do campo”, aquele que, de sol a sol, planta os alimentos que chegarão as nossas mesas? Sabemos quem são? Não, mas são inúmeros. Deve haver dados sobre eles num senso qualquer.)&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;(...) Muitos estavam viajando de ônibus pela primeira vez após anos, e chegaram desorientados, estranhando a necessidade de pagar R$ 1 para usar o banheiro na rodoviária.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;(É, concordo, deve ser realmente terrível ficar &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;i style=""&gt;desorientado&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt; num ambiente desconhecido, ainda mais tendo que pagar, &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;i style=""&gt;estranhamente&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;, R$1 para usar um banheiro!)&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;(...) A necessidade de voltar para São Paulo forçou a profissional de turismo Simony Rêgo Barros a encarar o medo de viajar de ônibus e a alergia ao cheiro de óleo diesel.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;(&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;i style=""&gt;Forçar&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;. &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;i style=""&gt;Encarar&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;. (!!!) Uma verdadeira odisséia digna de Homero.)&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;(...) O motorista também é o responsável pelos dois filmes que são exibidos durante a viagem.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;(Tadinhos de nós. Estamos acostumados a pré-estréias. Vamos nos contentar em assistir filmes velhos? Ainda mais numa escolha feita por um motorista? Na-nã-ni-nã-NÃO.)&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;(...) A única parada é &lt;st1:personname productid="em Resende. Trata-se" st="on"&gt;em Resende. Trata-se&lt;/st1:personname&gt; de um complexo com restaurantes, venda de artesanato, CDs e DVDs. A cada &lt;st1:metricconverter productid="100 gramas" st="on"&gt;100 gramas&lt;/st1:metricconverter&gt; de comida a quilo, pagam-se R$ 2,39. A bancada que oferece lingüiça e sobrecoxa de frango é a mais procurada. (...) A rodoviária de São Paulo parece um shopping center. Às 22h50m, o ônibus estaciona no Terminal Rodoviário Tietê, uma mistura de mercadão com shopping, onde lojas de perfumes importados convivem com malharias à moda antiga, que vendem, por R$ 15, camisetas com estampas dos pontos turísticos paulistas.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;(Um verdadeiro pandemônio, para nós brasileiros finos e educados. O que? Estamos vaiando atletas de outras delegações no PAN? Quem? Quando?)&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;(...) De volta ao Rio, o último desafio: conseguir um táxi.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;(O &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;desafio&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt; é realmente enorme. Alguém viu Hércules por aí? Só ele para &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;enfrentar&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt; e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;encarar&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt; isso.)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fala sério! Que país é esse em que pensamos que vivemos?&lt;br /&gt;Tenho plena consciência de que a crise aérea é um problema a ser resolvido sim, mas a importância que se dá, em detrimento de assuntos mais urgentes e também necessários de uma resolução, é assustadora e sintomática de um país onde a brilho e o caos &lt;i style=""&gt;convivem&lt;/i&gt; de forma aparentemente harmônica.&lt;br /&gt;Será que nossos itens básicos – tipo: Educação, Saúde, Emprego, Cultura – estão em dia? O que esta enxurrada de matérias sobre um mesmo assunto tenta encobrir? Quando vamos admitir que NÃO somos um país europeu?&lt;br /&gt;Estamos vivendo uma lição de realidade e descobrindo surpresos que o Brasil é um país &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;onde lojas de perfumes importados convivem com malharias à moda antiga&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Infelizmente quem compra – quando pode – nas &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;malharias&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; não tem os acessos e o poder de voz de quem compra &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;perfumes importados&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-2294408778494029628?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/2294408778494029628/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=2294408778494029628&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/2294408778494029628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/2294408778494029628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2007/07/fala-srio.html' title='Fala sério!'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-7592456018744411548</id><published>2007-07-20T13:51:00.000-03:00</published><updated>2007-07-20T14:10:33.898-03:00</updated><title type='text'>Até quando?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/RqDqOBDPoTI/AAAAAAAAAB8/_o4Os-fYdjg/s1600-h/cora%C3%A7%C3%A3o.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/RqDqOBDPoTI/AAAAAAAAAB8/_o4Os-fYdjg/s320/cora%C3%A7%C3%A3o.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089325105449771314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Neste contexto de diluição do Humano, em prol da massa e ainda perplexo e indignado com a tragédia anunciada de São Paulo - que hoje priva a presença física de seres queridos para muita gente - quero desejar um excelente Dia do Amigo (sim, temos UM dia do amigo).&lt;br /&gt;Mas são tantas perguntam que ficam sempre sem respostas. Mas a principal: &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Até quando?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Há uma sensação de cansaço no ar... Cansaço da mesmice, da caretice, da babaquice desta eterna falta de ações verdadeiramente positivas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Momentos assim, de pleno sentimento de impotência, me faz pensar que a vida é muito efêmera e os rápidos momentos de vivências com o próximo deveriam ser aproveitados para sanar erros, eliminar desafetos, trabalhar preconceitos e espalhar o Amor, pois só ele é real e sobr(e)xiste sobre o artificialismo e as máscaras do mundo contemporâneo.&lt;br /&gt;Chega de tanto falar!&lt;br /&gt;Basta!&lt;br /&gt;Façamos, vamos amar e mostrar que amamos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;***&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Muita luz, saúde e paz no nosso caminho e no caminho dos nossos entes queridos.&lt;br /&gt;Hoje e sempre.&lt;br /&gt;Obrigado, muito obrigado por fazerem parte da minha história de forma tão positiva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-7592456018744411548?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/7592456018744411548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=7592456018744411548&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/7592456018744411548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/7592456018744411548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2007/07/at-quando.html' title='Até quando?'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/RqDqOBDPoTI/AAAAAAAAAB8/_o4Os-fYdjg/s72-c/cora%C3%A7%C3%A3o.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-5855409558440995144</id><published>2007-07-01T15:03:00.000-03:00</published><updated>2007-07-01T15:06:16.446-03:00</updated><title type='text'>Para Léo e Jânsen</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Nosso blog completou um ano e eu estava ausente.&lt;br /&gt;Minha vontade de &lt;em&gt;voltar&lt;/em&gt; era tanta que foi preciso &lt;em&gt;chegar&lt;/em&gt; muitas vezes até conseguir concentrar toda minha energia.  Cheguei em casa, vi minha família. Cheguei na universidade, arrumei um emprego. Cheguei no meu cotidiano, comprei (compramos) um fogão. Cheguei na minha vida, lavei a alma na chuva de São João. Existe coisa melhor do que deixar a água levar o que passou e abençoar o novo?&lt;br /&gt;Eu, que sou água de signo e ascendente, me integrei novamente à cidade na chuva que lavou o varadouro essa semana. Andando descalça pelas calçadas do centro histórico e aproveitanto a água acumulada pra me unir à água que sou, revisitei muita gente, muitos fatos, muitos textos. E muitos daqui do blog. Senti saudade dos nossos primeiros contatos, aqueles que fizemos muito antes de iniciar o nosso &lt;em&gt;&lt;strong&gt;transitar&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;É... o tempo modifica tudo.&lt;br /&gt;Depois de andar por caminhos tão diversos como arte, cultura, espiritualidade, cotidiano, teorias, especulações, impressões, sensações, a colcha de retalhos que forma o nosso bate-papo virtual agregou outros leitores, ganhou um meio-irmão (mirar &amp;amp; ver), mas, principalmente, nos fez rever o que é a escrita (e a leitura), cada um por suas próprias impressões.&lt;br /&gt;Saudade? Sentimos sempre. Um do outro. Um do olhar do outro. Um dos textos do outro. E por aqui, espero, a gente siga amenizando a distância. Acima de tudo, e tomando como modelo a ‘volubilidade’ da água, espero que possamos seguir falando de tudo, sem preconceito nem auto-censura.&lt;br /&gt;Feliz aniversário atrasado!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-5855409558440995144?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/5855409558440995144/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=5855409558440995144&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/5855409558440995144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/5855409558440995144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2007/07/para-lo-e-jnsen.html' title='Para Léo e Jânsen'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-1265143904505083559</id><published>2007-06-12T10:48:00.000-03:00</published><updated>2007-06-12T22:05:13.393-03:00</updated><title type='text'>Na moda, na roda, no rock, no enfoque!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/Rm6kudeaS4I/AAAAAAAAABc/FUbNzAS_A8U/s1600-h/ParadaSP.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/Rm6kudeaS4I/AAAAAAAAABc/FUbNzAS_A8U/s320/ParadaSP.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5075174948186246018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;(Primeiro quero deixar claro que foi impossível escrever este texto sem a influência da leitura do blog do Tiago+, amigo querido agora da vida real, “&lt;span style="color:red;"&gt;Pós micareta...&lt;/span&gt;”:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://blogdotiago-mixbrasil.zip.net/"&gt;http://blogdotiago-mixbrasil.zip.net/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Agora sim. Fomos à XI Parada GLBT- SP, sempre tive v&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ontade de ir, vocês sabem. O tema deste ano era &lt;span style="color:fuchsia;"&gt;Por um mundo sem racismo, machismo e homofobia&lt;/span&gt;. Bonito né? Eu tinha a provinciana sensação de que a Parada do Orgulho Gay fosse a reunião máxima da diversidade, que ela conseguisse despertar consciências, etc e tal. Puro engano!?&lt;br /&gt;A cidade parou! Foram mais de 3 milhões de pessoas na avenida, o comércio vibrou, só conseguimos hotel, não o que queríamos,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; dois meses antes. A polêmica manchete da &lt;i style=""&gt;Folha de S. Paulo&lt;/i&gt;: “&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Panfleto para Parada Gay orienta como cheirar cocaína&lt;/span&gt;”, parece não ter ofuscado o brilho da festa, nem mesmo apagado a vontade dos usuários.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A Parada é sim uma grande festa, mais nada além disso! Percebi logo nos primeiros &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;momentos que pisei na Paulista e, confesso, relaxei e aproveitei. Observei a permissividade que permeia o universo gay e a confusão, bastante comum, entre liberdade e libertinagem, com alguns atos de desrespeito.&lt;br /&gt;(Gay desrespeita? Como assim? Não é ele que sempre exige respeito a sua liberdade de ser?)&lt;br /&gt;Bom, como qualquer festa de rua houve violência, gente presa, machucada, roubada e outros tantos. Nada exagerado, apesar dos comentários. Além disso, houve também pegação e sexo na rua, que só reforçaram o estereótipo “gay é fútil e promíscuo”. Aliás, outra matéria, também da &lt;i style=""&gt;Folha&lt;/i&gt;, dizia: “&lt;span style="color:red;"&gt;Parada Gay aquece mercado de luxo&lt;/span&gt;”; e outra tirava uma conclusão apressada: “&lt;span style="color:green;"&gt;Balada dos rapazes tem drogas alucinógenas e estimulantes e com média de 4 parceiros. Moças se arriscam na pista com espetinho de carne e cerveja, com média de uma parceira&lt;/span&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/Rm7dF9eaS7I/AAAAAAAAAB0/pw9tvRMgLnI/s1600-h/ParadaSP24.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/Rm7dF9eaS7I/AAAAAAAAAB0/pw9tvRMgLnI/s200/ParadaSP24.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5075236924564327346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Festejar é ótimo, curtir a vida, aproveitar o momento é maravilhoso, e está intrínseco à cultura brasileira, quiçá humana, porém... Um amigo, que também passou do virtual pro real, falou-nos de suas infrutíferas tentativas de criar uma biblioteca com livros sobre o homoerotismo. As organizações e a militância gay não apóiam, estão mais preocupados em gritos de guerras e palavras de ordem. Mais vale a festa efêmera, do que a conscientização duradoura e transformadora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sim, é muito bom ver héteros, homos, bis, trans, lindas crianças, idosos, corpos sarados, margrinhos, lisinhos, ursos, drags, gogo-boys e toda fauna de desejos humanos “convivendo” num único espaço, mas e depois? E o resto do ano? Fica a sensação de que há um único dia permitido pela sociedade “normal” para que os “anormais” comunguem de uma liberdade (vigiada).&lt;br /&gt;Interessante foi observar a postura das empresas que, a cada ano, percebem que gays são "público". E dos bons! Este ano, a Caixa e a Petrobras deram juntas R$ 350 mil para a festa. E colocaram suas marcas na rua, sem medo de associar ao nome "gay" ou "homossexual". Isto, se pararmos para pensar em termos de mercado - que sempre é conservador e muitas vezes reacionário - é uma conquista concreta.&lt;br /&gt;Enfim, foi maravilhoso sim, estar ali, viver aquele momento, aquela alegria estampada no rosto de muitos, mas meu grande &lt;span style="color:red;"&gt;O&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;R&lt;/span&gt;&lt;span style="color:yellow;"&gt;G&lt;/span&gt;&lt;span style="color:green;"&gt;U&lt;/span&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;L&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;H&lt;/span&gt;&lt;span style="color:purple;"&gt;O&lt;/span&gt; mesmo foi estar muito bem acompanhado e encontrar o carinho e a parceria sincera dos amigos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fica a mensagem destes cartazes perdidos na multidão:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/Rm6lIteaS6I/AAAAAAAAABs/EjVKXCFWYic/s1600-h/ParadaSP2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/Rm6lIteaS6I/AAAAAAAAABs/EjVKXCFWYic/s320/ParadaSP2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5075175399157812130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;PS: Há exato um ano atrás, eu escrevia meu primeiro texto aqui no blog, foi sobre o amor, pois hoje é Dia dos Namorados, mas quanta coisa mudou... Quero só afirmar que, para quem acorda a cada dia mais apaixonado pelo mesmo par, um dia dos namorados não é nada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-1265143904505083559?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/1265143904505083559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=1265143904505083559&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/1265143904505083559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/1265143904505083559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2007/06/na-moda-na-roda-no-rock-no-enfoque.html' title='Na moda, na roda, no rock, no enfoque!'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/Rm6kudeaS4I/AAAAAAAAABc/FUbNzAS_A8U/s72-c/ParadaSP.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-4585327332161006690</id><published>2007-05-22T20:37:00.000-03:00</published><updated>2007-05-22T20:43:46.332-03:00</updated><title type='text'>VAIVOLTANDO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/RlN_5xzOxaI/AAAAAAAAABU/lHnBZFl7dFs/s1600-h/Imag014.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/RlN_5xzOxaI/AAAAAAAAABU/lHnBZFl7dFs/s320/Imag014.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067534636319425954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Confesso que precisei do mundo. Tive que, por fim da força, abandonar um mundo alternativo que havia criado como último refúgio de uma vida que não dava certo. Para mim, os livros me bastariam. Escrever me bastaria. Nada! Um dia pensei comigo qual a utilidade da literatura. A contradição de estar vivendo, e fazendo, algo que julgava não-útil foi bomba atômica no quintal de minha casa, que ruiu, em parte – e o que havia sobrado eu mesmo me encarreguei de derrubar.&lt;br /&gt; Arrumei emprego, fui estudar pra concursos. E embebido nesta verdadeira onda (ideal de vida segura, dinheiro certo fim do mês), pensei ter achado o “útil” em mim no mundo, afinal, “a gente espera do mundo e o mundo espera de nós”. É essa coisa de busca incessante que se aguça nos meus momentos de crise existencial.&lt;br /&gt; Transitei por esse mundo velho que se fez de novo, mas acabei como os românticos: saudade de um tempo passado, perdido. O pêndulo – metáfora do vai-e-vem dos estilos literários – se apossou de minha vida.  Reparo – constato – que ainda não sei de minha utilidade no mundo, ainda não sei. E na verdade nem quero aqui solução: “eu dou plantão dos meus problemas que quero esquecer”.&lt;br /&gt; Enfim, volto, sou de novo o eu que desejei tanto em tempos atrás, que sei, outras crises de utilidade me virão ainda mais tarde, mas não agora. Agora, espero compreensão, de mim mesmo pelo menos, a busca pelo trânsito. Voltei a ler com estilo e dor: Clarice Lispector. Ainda meio vacilante, perdendo os contornos escondidos nas palavras obscuras de sua literatura, nervoso por não compreender bem o que há por trás do dito. Como se estivesse parado em acostamento, torno ao engarrafamento desses tempos, à velocidade dos tempos hodiernos. Ao menos nisso acho que tenho em mim parte do que se diz pós-moderno.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-4585327332161006690?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/4585327332161006690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=4585327332161006690&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/4585327332161006690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/4585327332161006690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2007/05/vaivoltando.html' title='VAIVOLTANDO'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/RlN_5xzOxaI/AAAAAAAAABU/lHnBZFl7dFs/s72-c/Imag014.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-4285421629356099362</id><published>2007-04-26T12:18:00.000-03:00</published><updated>2007-04-27T09:05:24.103-03:00</updated><title type='text'>Contra a corrente, Só pra exercitar.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;“&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-style: italic;"&gt;Não importa seguir a onda. Há que se entender o que a m&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-style: italic;font-size:100%;" &gt;ove. E esse é o grande problema da contemporaneidade. Estão m&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-style: italic;font-size:100%;" &gt;uito presos a reconhecerem ondas e pegarem ondas, mas todas a&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-style: italic;font-size:100%;" &gt;s ondas levam para o mesmo lugar: a praia. Mortos ou vivos, é p&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-style: italic;font-size:100%;" &gt;ara lá que os corpos vão, levados pelas ond&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-style: italic;font-size:100%;" &gt;as&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;.” (Gilles Deleuze)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/RjDDDFlyHCI/AAAAAAAAABM/LC_FsueV4Ik/s1600-h/shortbus6.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/RjDDDFlyHCI/AAAAAAAAABM/LC_FsueV4Ik/s320/shortbus6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5057756839344741410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;                          &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Estas palavras, citadas nalgum livro que li esta semana, fizeram-me lembrar que certa vez uma colega de trabalho me viu lendo um jornal daquela igreja famosa e ficou assustada, olhou pra mim e perguntou: “Você ta lendo isso?” “Por que?”. Sinceramente na hora não soube responder, apenas disse: “Me deram isso na rua e, assim como Santo Agostinho, acredito que devo ler de tudo para assim escolher o que melhor serve para mim”, rimos e a situação passou, mas aquilo nunca saiu de minha cabeça.&lt;br /&gt;Gosto de transitar (para usar o verbo que dá nome a este blog) e tenho transitado bastante, seja por espaços externos, seja por espaços internos do meu Ser, sempre foi assim, mas aqui no Rio, talvez pelo distanciamento de muita coisa, e, ao mesmo tempo, pelo toque em algumas outras, isso tem se agravado. Pensando nisso, aliado à metáfora da onda de Deleuze, me inquietei.&lt;br /&gt;Numa sociedade cada vez mais informada e menos instruída, é importante pensarmos como as coisas e os sentimentos estão sendo digeridos por nós. Será que sabemos realmente entender, compreender e dar o real valor aos acontecimentos ao nosso redor, quando o próprio significado de “valor” se dilui?&lt;br /&gt;É cada fez mais difícil separar, se é que precisa separar, o joio do trigo, o que serve ou não para nós. Claro, o que serve para aquele momento específico, pois estamos em constante trânsito e num trânsito cada vez mais caótico e que exige prudência e esperteza exatas e pontuais. Além da disposição de respeito àqueles que agem diferente de nós.&lt;br /&gt;Tudo acontece cada vez mais rápido e quero estar atento a fim de não correr o risco de ser pura e simplesmente mais um seguindo a onda. Não que devamos viver pesando e medindo a vida, mas, no mundo líquido nosso de cada dia, nesse espaço das indefinições, é preciso ter um mínimo de posicionamento e lucidez.&lt;br /&gt;Nunca achei interessante uma vida plena de momentos, mas vazia de eternidades, ambos devem transitar de mãos dadas. Infelizmente, muitas vezes, por não estar atento ou por não ter a maturidade suficiente, nos deixamos levar e a vida passa inutilmente.&lt;br /&gt;Sinto que desperta em mim o saber de que muito pouca coisa é realmente imperdível, por isso, saber preservá-las quando as encontro, e saber (re)significar as perdíveis, no turbilhão da existência, é uma tarefa toda particular, até porque&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; as experiências vividas através de nossos sentidos são dolorosamente individuais, quem dá sentido a tudo é cada um, individualmente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;É tão difícil falar, é tão difícil dizer coisas que não podem ser ditas, é tão silencioso&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, escreveu Clarice Lispector, numa de suas crônicas, e ainda: &lt;i style=""&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;Estou terrivelmente lúcida&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;Quero sim deixar a rua me levar, quero não saber o quanto a vida dura, quero brincar de eternidade agora, quero me descuidar para a felicidade estar sempre presente, quero experimentar tudo, como Agostinho, mas quero ser sempre lúcido, mesmo que seja terrível, pois, se transitar é preciso, absolver e reproduzir nem sempre é preciso!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-4285421629356099362?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/4285421629356099362/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=4285421629356099362&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/4285421629356099362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/4285421629356099362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2007/04/contra-corrente-s-pra-exercitar.html' title='Contra a corrente, Só pra exercitar.'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/RjDDDFlyHCI/AAAAAAAAABM/LC_FsueV4Ik/s72-c/shortbus6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-660682564226844083</id><published>2007-04-16T16:18:00.000-03:00</published><updated>2007-04-16T16:24:25.308-03:00</updated><title type='text'>Ó pátria amada, idolatrada, salve, salve!!!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/RiPNSF9bDJI/AAAAAAAAABE/OJnnhz_KAqc/s1600-h/calcinha.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5054108917560970386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/RiPNSF9bDJI/AAAAAAAAABE/OJnnhz_KAqc/s200/calcinha.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Tapioca, cuscuz, carne de sol, arroz de leite, rubacão... forró, cerveja na praia, muito sol na cabeça... redinha na varanda, água de coco, sombra e água fresca... ah... como é bom voltar pra casa!&lt;br /&gt;Um dia, em uma conferência na universidade, uma professora espanhola que vivia na Alemanha contou que somente passou a escutar flamenco depois que saiu do seu país. Eu, como boa nordestina, com certeza, em mais dois meses fora aprenderia sozinha a dançar forró...&lt;br /&gt;Os brasileiros que conheci além-mar (ao revés) são os mais brasileiros que já tinha convivido. E me impressiona como adotam a nossa bandeira como parte de suas vidas. O verde e amarelo é tatuado, pintado, pendurado, vestido, costurado, amarrado, absorvido por nossos compatriotas como um amigo íntimo, um conselheiro.&lt;br /&gt;Algumas vezes cheguei a pensar que aquilo poderia ser um desrespeito. Mas ao final entendi que temos uma maneira menos formal (ou menos européia) de relacionamento com nossos símbolos. Sentar na areia em cima da bandeira não quer dizer que estamos c... e andando pelo país. Muito pelo contrário.&lt;br /&gt;É o famoso ‘orgulho de ser brasileiro’ que tanto falam e eu ainda não conhecia... Um amigo sempre me questionava porque nós brasileiros viajamos e falamos tanto de casa, como se nunca tivéssemos saído de lá (ou, no meu caso, de cá)... ele dizia sempre que em lugar de conhecer novas coisas, fazíamos com que eles conhecessem o nosso... no momento fiquei sem resposta, mas com o tempo pude perceber que é porque temos muito que levar, e é impossível não falar sobre a terra onde ‘as árvores sempre têm folhas’.&lt;br /&gt;Acho que é isso. Sempre que saímos de casa, nos tornamos típicos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-660682564226844083?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/660682564226844083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=660682564226844083&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/660682564226844083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/660682564226844083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2007/04/ptria-amada-idolatrada-salve-salve.html' title='Ó pátria amada, idolatrada, salve, salve!!!'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/RiPNSF9bDJI/AAAAAAAAABE/OJnnhz_KAqc/s72-c/calcinha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-2148503912145494227</id><published>2007-03-14T14:12:00.001-03:00</published><updated>2007-03-18T10:18:06.379-03:00</updated><title type='text'>Viva a (Des)Poesia Sim Não</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mudando um pouco de assunto, sempre me pergunto&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; o porquê de haver um dia específico pra quase tudo. Talvez porque numa sociedade cada vez mais informada, porém cada vez menos instruída e mais desmemoriada como a nossa, tais datas sirvam para a gente não esquecer que pessoas e situações importantes aconteceram (acontecem). Triste não?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Hoje, 14 de março, por exemplo, é o dia da poesia, dia importante para nós que lidamos com a arte da palavra todos os dias, em nossas salas de aula.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Eu queria escrever um texto exaltando o “poder” da poesia, através de teorias e exemplos. Dizer que desde pequeno lia poemas embevecido, mas a verdade é que, quase não tínhamos livros em casa, meus pais não eram (isso mudou) muito afeitos à leitura, e não tive incentivo na escola. No colégio de freiras, onde estudei por 11 anos, as limitações impostas pela moral religiosa, na hora de analisar os poemas, mutilava-os. Tive que “correr por fora”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Eu queria falar sobre a qualidade(?) das aulas de poesia de hoje. Q&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;uando vou dar aula e entrego poemas aos alunos, no mais das vezes, ouço resmungos, fico triste, mas estimulado a mostrá-los que poesia (e arte no geral) não é algo “chato” e distante da realidade de ninguém, ninguém mesmo (hajam vistas as transformações, até mesmo de consciência política e social, realizadas por algumas ONG’s através da arte. No entanto, são situações sempre tidas como periféricas(?) e exceções(?).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ainda mais difícil que isso, seria conseguir escrever um texto definindo a poesia. São tantos teóricos, poetas, formas, meios e o diabo a quatro, que, mesmo nós que trabalhamos com poesia, ficamos perdidos. Mas acredito que a palavra certa seja exatamente trabalho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Toda poesia é difícil, tem uma gramática e uma singularidade própria, até porque, conforme Chklovski, a poesia é a singularização dos objetos; já para Augusto de Campos, dentre outras coisas, “poesia é risco”; para Cohen, é desvio; é ainda (trans)piração, para outros; e etc e tal... Pois, se para Bernardo Vilhena “a palavra precisa lança o som à velocidade da luz”, para Arnaldo Antunes, um dos melhores, mais complexos e completos artista do nosso tempo, é “o ouro da palavra, um acidente”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Foram (são) muitas as transformações (de forma e conteúdo) ao longo do tempo, como a própria evolução(?) do homem. Por exemplo, enquanto Castro Alves - aliás o dia da poesia se confunde com o dia do seu nascimento – exaltava uma “severa Musa, Musa libérrima, audaz”, no Romantismo, Caetano Veloso canta hoje a “musa híbrida, de olho verde e carapinha cúprica.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Acredito que a poesia, entre muitas outras possíveis definições, serve para “lançar mundos no mundo” (Caetano Veloso), mas também para mostrar o óbvio diluído no liquidificador da vida louca vida, como os lúcidos versos “O todo sem a parte não é todo / a parte sem o todo não é parte”, de Gregório de Matos. Há questão mais atual, em tempos de uma vida líquida como a nossa?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;É... Na sociedade capitalista, tecnologista e informativa em que vivemos, cada vez mais entendo porque razão Platão expulsou o artista da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por fim, como também sei “que a poesia está para a prosa, assim como o amor está para a amizade”, quero deixar para vocês, meus amigos queridos, de quem estou cheio de saudades, esta frase (ou seria um verso?) do Guimarães Rosa, com esta imagem surrupiada do álbum de Tiago+:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/RfqeEazzabI/AAAAAAAAAA4/iK6wN6HuGvk/s1600-h/brincando.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/RfqeEazzabI/AAAAAAAAAA4/iK6wN6HuGvk/s200/brincando.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5042516531547957682" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;Felicidade se acha é em horinhas de descuido&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-2148503912145494227?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/2148503912145494227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=2148503912145494227&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/2148503912145494227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/2148503912145494227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2007/03/viva-despoesia-sim-no_14.html' title='Viva a (Des)Poesia Sim Não'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/RfqeEazzabI/AAAAAAAAAA4/iK6wN6HuGvk/s72-c/brincando.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-4058218061216902985</id><published>2007-03-01T18:56:00.000-03:00</published><updated>2007-03-01T18:57:48.820-03:00</updated><title type='text'>UM EM VÃO, OUTROS EM VÊM</title><content type='html'>Tentei impassível adentrar, à praça da alegria, como se ali fosse lugar qualquer por onde se passava pra se chegar a um destino, como antes, na verdade, quando estudante era. Eu pouca gente conhecia, passava indiferente, como agora tentava, e indiferente se me mostravam todos, coisa natural, só mais um que por ali transitava e ia para a próxima aula na sala 511.&lt;br /&gt; Não deu.&lt;br /&gt; Logo que vi aquele povaréu, aquele vozeiral, aquela agitação, lembrei-me que ali não era mais lugar de mim. Havia se cumprido um ciclo, e o que fazer, senão aceitar?&lt;br /&gt; Logo na chegada ao portão principal da universidade, fluxo de pessoas invadindo o campus, livros sob os sovacos e nas mãos, gente andando em grupo, conversando, doeu. Bateu saudade, lembranças de quando assim também fazia. Lembrei-me do primeiro dia, e de tudo o que me esperava, e do desejo de logo cumprir a missão. Sou assim, que fazer? A universidade se renova, senti-me parte do ciclo, fruto que já ficou maduro e foi tirado do pé.&lt;br /&gt; Decidi, por enquanto – assim espero, pois pretendo retornar – distanciar-me daquele mundo, cair no ‘mundo’, enquanto que alguns colegas do curso continuaram numa outra habilitação – francês ou inglês.&lt;br /&gt; Dez anos de universidade (ufa! Muito tempo), eu já não agüentava mais ficar tanto tempo sentado naquelas cadeiras duras de sala de aula. Já era chegada hora de parar com a insanidade de pular de curso em curso, como um macaco se fazendo de homo sapiens, ou o contrário. Como diz a canção, saí, “para ver outras paisagens”: “agora é brincar de viver”.&lt;br /&gt; Em cada rosto conhecido naquela multidão, abraços e apertos de mãos. Saudade de uma conversa mais longa, de contar do dia. Hoje, é um como está? Fazendo o quê? Até logo, que temos aula. Essas coisas. Velocidade, rapidez, tempo a perder.&lt;br /&gt; Logo resolvi o que lá tinha ido fazer, coisa rápida. E às sete horas, eu, tomando o rumo de casa, enquanto, do outro lado da pista, um turbilhão de gente indo para de onde eu saía... Não houve como não sentir ser diferente e solitário naquela caminhada às avessas.&lt;br /&gt; Daí, percebi que a saudade em mim teria abrigo, pelo menos naquela noite. Não dormi naquela noite, como acontece quando revejo meu passado gravado no contato com pessoas de outras datas. O passado me é caro, não luto mais contra isso, sou resistente às mudanças, sei. Saudade das aulas de literatura; das conversas fofocadas sobre professores e colegas; da hora de se arrumar e enfrentar a noite numa sala de aula depois de um dia cheio; saudade até da indiferença de todos da praça da alegria, e de minha indiferença.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-4058218061216902985?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/4058218061216902985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=4058218061216902985&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/4058218061216902985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/4058218061216902985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2007/03/um-em-vo-outros-em-vm.html' title='UM EM VÃO, OUTROS EM VÊM'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-6876804250363263555</id><published>2007-02-26T17:12:00.000-03:00</published><updated>2007-02-28T12:59:23.027-03:00</updated><title type='text'>Os famosos 40°</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/ReNBPT5fUoI/AAAAAAAAAAY/TWL2MauH7zM/s1600-h/H2OH.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/ReNBPT5fUoI/AAAAAAAAAAY/TWL2MauH7zM/s320/H2OH.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5035940539625591426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;     Depois das chuvas de janeiro, prometendo um verão “meia-boca”, o período pré, durante e pós carnaval tem sido de intenso, quase asfixiante, calor aqui no Rio. O que tem me possibilitado conhecer o famoso “Rio 40º” cantado pela Fernanda Abreu.&lt;br /&gt;E, como diz outra canção, agora da Adriana Calcanhoto, já que “carioca não gosta de dias nublados”, as praias ficam lotadas mesmo, e eu, novo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;paraioca&lt;/span&gt;, aproveitei os dias de luz do sol, pra curti-las.&lt;br /&gt;Como já falei noutro post, a água daqui é geladíssima, contrastando com o calor da areia, e bem transparente. Na areia não fica aquele monte de cadeiras das barracas e quiosques, como &lt;st1:personname productid="em João Pessoa" st="on"&gt;em João  Pessoa&lt;/st1:personname&gt;, mas tem as cadeiras e guarda-sóis de aluguel.&lt;br /&gt;Há um desfile bastante democrático da diversidade física e comportamental, sem dúvida. A areia desta “cidade de cidades misturadas” fica lotada. É comum chegarmos, e sempre vamos e voltamos nos horários “saudáveis” à pele, e ainda ter gente que passou a noite por ali.&lt;br /&gt;A maioria das pessoas, como em qualquer lugar, vai mesmo é pra se queimar no sol, é visível o contentamento das pessoas na areia. Talvez pra de noite estar “toda se ardendo” pra alguém, como sugere a canção da Marina Lima.&lt;br /&gt;Lembro que no “período esotérico” da minha existência, eu costumava, no verão, ir bem cedinho pra fazer exercícios de yoga na praia, com os primeiros raios de sol, e corria pra casa, com medo do sol. Agora não, ficávamos lendo o jornal do dia, enquanto o sol agia gostoso na pele já protegida com filtro solar e hidratados por H2OH, a “bebida-febre” do verão daqui.&lt;br /&gt;Estou (estamos) tostadinho, fazia tempo que não tinha uma marquinha de sol em mim, parece que a luz quer entrar em minha vida de todas as formas, mas tudo na medida certa, pois, cada vez mais descubro e adoro viver na “cidade maravilhosa cheia de encantos mil”, como diz outra canção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Em tempo: Quero registrar meu descontentamento déjà vu, com o Oscar de melhor filme para “&lt;b style=""&gt;Os infiltrados&lt;/b&gt;”. Tudo bem que o Martin Scorsese já deveria ter ganho o prêmio máximo da indústria do cinema, por isso talvez tenho mesmo merecido o de melhor diretor, mas “&lt;b style=""&gt;Pequena Miss Sunshine&lt;/b&gt;” é imensamente melhor! Mas, enfim, talvez, como diz o texto do fabuloso filme, politicamente incorreto e certamente já um dos melhores de 2007, “&lt;b style=""&gt;Borat&lt;/b&gt;”, “&lt;i style=""&gt;por mais ignorante que você seja, sempre haverá um americano para te superar&lt;/i&gt;”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-6876804250363263555?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/6876804250363263555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=6876804250363263555&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/6876804250363263555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/6876804250363263555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2007/02/os-famosos-40.html' title='Os famosos 40°'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_ZM1n7XfRyUc/ReNBPT5fUoI/AAAAAAAAAAY/TWL2MauH7zM/s72-c/H2OH.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-117080761775844847</id><published>2007-02-06T21:15:00.000-03:00</published><updated>2007-02-06T21:20:17.776-03:00</updated><title type='text'>Renascendo, ressurgindo</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4336/3103/1600/161212/prima%20vera.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4336/3103/320/63302/prima%20vera.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estamos entrando na primavera. Eu e o velho mundo. Ou melhor, eu e todo mundo.&lt;br /&gt;O clima está mudando rapidamente. A cidade já parece outra. Apesar do frio que ainda está, já se sabe que é por pouco tempo, que agora a tendência é florescer tudo, é abrir o casaco e deixar entrar um solzinho, desses que esquenta a alma.&lt;br /&gt;Até o colorido dos dias já está mais bonito. Nem mesmo a chuva tem mais aquele dom de nos colocar em casa, abrigadas e entediadas, como vinha sendo nos últimos meses.&lt;br /&gt;Não dá pra negar que o clima interno, ou seja, o astral, ou humor, ou como é que se queira chamar, é afetado pelo externo. No começo do inverno fazia menos frio do que agora, mas os rostos, simplesmente pelo fato de saber que ainda ia piorar, eram bem mais fechados e tristonhos. Agora, pelo contrário: as pessoas estão novamente pelas ruas, em um movimento de vai-e-vem que não via tão intenso desde o começo de novembro.&lt;br /&gt;O dia de São José (19/03), tão importante pra nós nordestinos (se chover nesse dia, o inverno vai ser bom), aqui no velho mundo marca o começo da primavera, e ganhou pra mim uma nova dimensão.&lt;br /&gt;Em Valencia, especificamente, é festejado com muito fogo, que é usado para levar embora as coisas más e trazer boas energias. É a festa de Fallas. Pelo que pude ver, é a época mais celebrada por aqui. Mais até do que as festas de fim de ano.&lt;br /&gt;Hoje essa festa me faz muito sentido. Com a certeza do tempo melhor, ou melhorando, a gente se sente renascer. Quase como se fôssemos uma fênix.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo: Para mim, além de tudo isso, a primavera trará também minha mãe, que virá passear e depois me guiar na volta para João Pessoa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-117080761775844847?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/117080761775844847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=117080761775844847&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/117080761775844847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/117080761775844847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2007/02/renascendo-ressurgindo.html' title='Renascendo, ressurgindo'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-117017344308958554</id><published>2007-01-30T11:30:00.000-03:00</published><updated>2007-01-30T13:42:09.256-03:00</updated><title type='text'>Saudade Sim! Tristeza Não!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4336/3103/1600/623693/Retalhos.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4336/3103/320/116790/Retalhos.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No dia da minha mudança pro Rio, minha mãe, com lágrimas nos olhos, no momento exato da despedida, disse: "sentiremos saudade sim, tristeza não! Desde então, tento seguir mais um sábio conselho dela, porém, pressenti: "será mais difícil do que eu pensava". E está sendo!&lt;br /&gt;Hoje, 30 de janeiro, é dia da saudade. Quando lembrei disso, pensei imediatamente nas pessoas queridas que estão longe, neste e noutros planos da vida, e me entristeci, mas pensei também nas palavras da minha mãe.&lt;br /&gt;Na prática, é muito difícil não sentir melancolia, pelo menos pra mim, ao lembrar de algum momento bom vivido ao lado de alguem significativo. Dentre tantos momentos que merecem ser guardados no escaninho da minha memória lembro, por exemplo, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;de ficar puxando a barba branca do meu avô; do colo da minha avó preta; dos cachorros-quentes que meu pai trazia de madrugada; do cheiro ímpar da minha mãe; das brigas com meu irmão quando éramos pequenos; das conversas intermináveis com amigos por demais queridos; da primeira vez que toquei meu amor&lt;/span&gt;... e por aí vai.  Momentos  longe e perto, no tempo cronológico.&lt;br /&gt;Ao final, percebo ser muito melhor sentir saudade das coisas feitas e das pessoas convividas do que sentir arrependimento de não ter me permitido vivenciá-las, aí sim, motivo de tristeza.&lt;br /&gt;E percebo também que a vida é exatamente esse conjunto de laços que vamos criando ao longo do tempo, é isso que dá sentido a nossa existência. Fico pensando nas pessoas que simplesmente não se permitem gostar, chorar, sofrer até, por alguém. O que somos sem a imprescindível interdependência entre os seres, fazendo-nos (re)ver constantemente nossos paradigmas e objetivos?&lt;br /&gt;Quanto maior a intimidade, maior a saudade. Quanto mais significativos forem os momentos e as pessoas em nossas vidas mais o peito aperta (literalmente), quando ocorre a famigerada ausência. No entanto, como diz a canção, "ter saudade é melhor que caminhar vazio" (tô meio brega hoje, hein?). E a tecnologia, com todas as duvidosas "vantagens" modernas, tranquiliza os corações afins.&lt;br /&gt;É isso, tenho muita saudade, mas sei que, em relação a minha mudança, fiz a escolha certa quando a vida me cobrou uma atitude tão radical, e olha que nem sempre ela nos oferece opção. Fico feliz por eu ter aproveitado essa.&lt;br /&gt;Encerro com o desejo de apertar ainda mais os &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;nós&lt;/span&gt; da minha "colcha de retalhos" que me faz sentir saudade dos seres e momentos que amo e são (sempre tempo presente) significativos para que eu me mantenha suspenso no ar nesta vida louca e maravilhosa vida. Além dos pontuais versos do meu amigo Amador Ribeiro Neto:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;assim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;saudades sim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;simples&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;como um brinco tupiniquim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;um coco de roda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;cirandas voltas de tu em mim&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-117017344308958554?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/117017344308958554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=117017344308958554&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/117017344308958554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/117017344308958554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2007/01/saudade-sim-tristeza-no.html' title='Saudade Sim! Tristeza Não!'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-116926000817465053</id><published>2007-01-19T23:23:00.000-03:00</published><updated>2007-01-19T23:26:48.176-03:00</updated><title type='text'>CONDICIONAMENTO LITERÁRIO</title><content type='html'>Esses dias têm sido de imensa dedicação ao estudo do Direito. Sim. Estou numa área completamente fora daquela à qual me dediquei por cinco anos com prazer indizível. Pura necessidade. Um emprego estável: sonho de qualquer pessoa. Rendimentos certos ao fim do mês. Penso que este será meu trampolim para outras pretensões.&lt;br /&gt;Há um bom tempo – que não sei precisar com exatidão – percebi que não consigo escrever mais nada, pelo menos com o entusiasmo de antes: nem contos, poesias, o que seja (até para esse blog, escrever tá sendo duro). Não por que eu não queira mais escrever, longe disso. Mas eu entendo o porquê disso tudo: respondo perguntando: por que vocês acham que um grande poeta não conseguiu ser um grande romancista? E o contrário?&lt;br /&gt;A resposta é a seguinte: condicionamento. Um corredor de cem metros rasos nunca – eu digo e afirmo: nunca! – vai vencer um corredor de maratona numa maratona. Lembro-me que quando eu estava numa fase de intensa produção de contos (produção em quantidade, porém nenhuma implicação na qualidade) em tudo, ou quase tudo, eu via um conto. Situações do dia-a-dia, um simples olhar, um pouco de imaginação, jogava tudo dentro dos padrões que eu tinha em minha mente do que era um conto – padrões abalados após o contato com a obra de Dalton Trevisan – e saía uma estória. Apareceram até alguns bons resultados, e estes eu os guardei... noutras vezes, percebendo aonde iam dar, encerrava antes de terminá-las, mas o que valia era o exercício contínuo de mexer com os ingredientes do conto. Eu adorava isso! Mas perdi um pouco do prazer quando eles começaram a ficar muito parecidos uns com os outros. E tive de me afastar – por esse motivo e por outros, inclusive o que mencionei no começo desse texto.&lt;br /&gt;Sou muito fatalista. Todo mundo reclama de mim por causa disso. Acredito, algumas vezes, em destino traçado; noutras creio que nós é que o fazemos. No momento, creio que... ah!, deixa pra lá, não quero ser fatalista. Não tenho medo do que o destino ou o desenrolar aleatório das coisas da vida me trouxer. Meu medo é o de que meu condicionamento literário esteja se perdendo nesse meio tempo de fôlego, ou descanso, ou seja lá o que esse tempo afastado das letras for e significar. Talvez, quando eu voltar de novo a escrever, meu condicionamento já não seja mais o mesmo. Tenho medo de não conseguir mais voltar ao que eu um dia estabeleci como meta em minha vida. Disso eu tenho medo. O ser humano se acostuma com tudo, até com a mediocridade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-116926000817465053?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/116926000817465053/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=116926000817465053&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116926000817465053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116926000817465053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2007/01/condicionamento-literrio.html' title='CONDICIONAMENTO LITERÁRIO'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-116838114863042116</id><published>2007-01-09T18:43:00.000-03:00</published><updated>2007-01-09T19:22:04.366-03:00</updated><title type='text'>Meus mitos</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4336/3103/1600/671534/frio%20em%20Paris.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4336/3103/320/856031/frio%20em%20Paris.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vi a Monalisa. Bem de pertinho. A Vênus de Milo. A Vitória da Samotrácia. Vi também o quadro de Gericault que Gombrich comenta no início do seu livro sobre história da arte (A barca da Medusa). Vi a torre Eiffel, a catedral de Notre-Dame. O rio Sena em dia de chuva. O cinza da cidade-luz durante o inverno. E eu nem sabia que ia gostar tanto de ver aquilo tudo. &lt;br /&gt;Logo eu, que sempre neguei os mitos, o ser fã, o admirar, estava ali como uma boba, sem nem sentir o frio inv(f)ernal que fazia, a chuva intermitente que teimava em cair toda vez que saía à rua ou que pensava em fotografar algo.&lt;br /&gt;Tentei entender o que me acontecia. De onde vinha aquele sentimento bobo. Era mentalidade de colonizado? Cabeça alienada pela mídia? Afinal de contas, os mitos são reais?&lt;br /&gt;Quando entrei na sala em que está aquela que é a pintura mais famosa do mundo, e sabendo que essa fama é uma pura questão midiática (andei estudando isso nas poucas aulas de futuro que tenho por aqui), me senti meio lesa em parar para observar. Era como se estivesse no altar de um falso deus.&lt;br /&gt;Mas ela me hipnotizou. Ela é pura história. Assim como todo o resto da cidade. Assim como todo o resto do mundo. E a história do mundo é também a minha história.&lt;br /&gt;Acho que é isso. O cinza dos últimos dias vai ser lembrado como multicolorido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-116838114863042116?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/116838114863042116/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=116838114863042116&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116838114863042116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116838114863042116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2007/01/meus-mitos.html' title='Meus mitos'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-116794194989411008</id><published>2007-01-04T17:05:00.000-03:00</published><updated>2007-01-04T17:19:09.910-03:00</updated><title type='text'>Fogos Sim Fogos Não</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4336/3103/1600/717258/Imagem%20049a.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4336/3103/320/81873/Imagem%20049a.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Meu primeiro Reveillon aqui no Rio, não poderia ser diferente, fomos ver a queima de fogos em Copacabana. Saímos de casa já depois das nove e enfrentamos uma fila imeeeensa para entrar no metrô, sim porque ir de carro é impossível. Porém, nada que desanimasse minha vontade de ver a tão famosa festa carioca.&lt;br /&gt;Quando chegamos, a areia tava quase vazia, deu pra fazer minhas preces, agradecimentos (muitos) e pedidos (nem tantos) com meus pés sendo banhados pelos gelados cabelos de Janaína-Iemanjá. Gosto deste ritual, gosto dos rituais, das expressões e meios que a diversidade humana encontrou, ao longo do tempo, para se comunicar com o Sagrado. Não pulei sete ondinhas etc e tal, isso já virou midiático demais pro meu gosto.&lt;br /&gt;Não foi desmerecida tanta euforia. O show pirotécnico foi simplesmente lindo. Ficamos quase em frente ao Copacabana Palace, o que nos permitiu apreciar a condensação social brasileira, pois, enquanto uns jantavam no famoso hotel, outros comiam o tradicional podrão (é como eles chamam o cachorro-quente de rua, aqui). Tava um chuvinha fina, que lavava as mazelas do ano que findava, mas tivemos que colocar capa de chuva – coisa bem incomum pra mim.&lt;br /&gt;Segundo os comentários dos jornais, Copacabana estava mais vazia este ano. Não havia show de artistas famosos, então muitos preferiram ir para Ipanema ver o show do Black Eyed Peãs. Detalhe: Ipanema tem a faixa de areia e a avenida bem mais estreita que Copacabana mais reuniu, no aperto, mais de 1,5 milhões de pessoas. Muitos passaram a virada em Copa e depois caminharam até Ipanema, imagina! Houve muita gente passando mal... Não fomos! O novo ano novo foi brindado tranquilamente em casa. &lt;br /&gt;Por fim, a festa de reveillon na orla do Rio ajudou a amenizar a tensão dos atentados praticados por traficantes, em vários bairros da cidade, nos dias que antecederam a festa. De qualquer modo, vi o belo show dos fogos de artifício, coisa impossível se estivesse em João Pessoa, com o criminoso desaparecimento dos fogos de lá. &lt;br /&gt;Em tempo: Hoje senti na pele que não estou mais em Jampa mesmo. Fui à rodoviária, pegar uma encomenda, enviada por minha mãe, pensando eu que, assim como na minha terra, qualquer ônibus igual ao que eu fui eu poderia voltar. Que nada, fui parar na famosa, perigosa e nada charmosa Linha Amarela, depois ainda passei por dois túneis... Ufa! Enfim, consegui voltar e chegar em casa.&lt;br /&gt;Beijo no coração!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-116794194989411008?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/116794194989411008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=116794194989411008&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116794194989411008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116794194989411008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2007/01/fogos-sim-fogos-no.html' title='Fogos Sim Fogos Não'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-116758619952018911</id><published>2006-12-31T14:26:00.000-03:00</published><updated>2007-01-02T12:24:07.683-03:00</updated><title type='text'>ESCREVER, ESCREVER, ESCREVER...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4336/3103/1600/457075/IMAG0005.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4336/3103/320/326581/IMAG0005.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Escrever para esse Blog foi...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;uma experiência e tanto. Foi a atividade literária mais marcante para mim neste ano que se acaba. Da fase na qual escrevíamos, cada um, toda semana, a essa em que se publica algo quando der na telha, pensei e repensei a atividade de escrever, no seu aspecto mais amplo.&lt;br /&gt; Passei a admirar mais os jornalistas. Escrever por profissão deve ser duro. Para mim, “escrever” o é, pois que encaro esse um acontecimento singular em minha vida. Digo escrever “entre aspas” para dizer que não é um qualquer escrever; é aquele escrever com intenções estéticas. Este é um acontecimento que, para mim, não pode cair na banalidade, sob pena de passar a não escrever mais nada que preste. Não digo que não haja quem consiga escrever com freqüência coisas esteticamente interessantes. Há pessoas que nos gestos mais simples esbanjam “bom gosto”, naturalmente, sem forçar. E escrever coisas esteticamente interessante é mais uma delas, admiro baita isso. Essas pessoas são dotadas de um dom. Só não é o meu caso. Sou um bruto, bicho do mato, que apenas em alguns momentos iluminados consegue escrever algo que preste – falo “que preste” esteticamente falando – eita texto cheio de aspas!!! E isso eu percebi quando passei a escrever neste Blog. Foi a grande lição que tirei dessa atividade tão dura que dividi, e ainda divido, com mais dois colegas que admiro demais, dente outras coisas, justamente por produzirem textos que me deixam enciumado – ciúme do bom.&lt;br /&gt; O curso de Letras finalizou-se, ando me afastando de muita coisa ligada ao curso, como ler e escrever com freqüência. A vida está me levando pra um outro lado, e estou deixando isto acontecer naturalmente. Mas tenho medo. Tenho medo de que um sonho que eu tinha esteja se desfazendo. Mas é isto. Passei a encarar a vida de maneira mais natural, não-artificial, como antes a via. Se eu tiver de me afastar dessa atividade que já me deu muita alegria, que seja momentaneamente ou pra sempre, que assim seja. Amém!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Silvia, essa é a praia na qual passarei boa parte de janeiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-116758619952018911?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/116758619952018911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=116758619952018911&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116758619952018911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116758619952018911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/12/escrever-escrever-escrever.html' title='ESCREVER, ESCREVER, ESCREVER...'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-116713250117437007</id><published>2006-12-26T08:23:00.000-03:00</published><updated>2006-12-26T08:28:21.193-03:00</updated><title type='text'>LUZ E SOM!!!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4336/3103/1600/208052/Imagem%20119.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4336/3103/320/397278/Imagem%20119.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-116713250117437007?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/116713250117437007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=116713250117437007&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116713250117437007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116713250117437007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/12/luz-e-som.html' title='LUZ E SOM!!!'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-116524703836405210</id><published>2006-12-04T12:03:00.000-03:00</published><updated>2006-12-04T12:43:58.380-03:00</updated><title type='text'>Do lado de cima do Equador</title><content type='html'>O nosso estar calado, eu já sabia, não era o mesmo que estar acabado. &lt;br /&gt;Existia, isso sim, um silêncio que comanda os momentos de rever, repensar, reelaborar, e que depois se converte em explosão.&lt;br /&gt;Cada um por seu lado vivendo coisas diferentes, mundos diferentes, e agora, exatamente agora, espaços físicos diferentes. Ainda assim, acredito que estamos cada vez mais próximos, mesmo enquanto um se renova onde sempre esteve, outro em um espaço de festa, e eu, por minha vez, que tinha visto tantos verões, vivo meu primeiro inverno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4336/3103/1600/259242/viveros.png"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4336/3103/320/92606/viveros.png" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; Aqui em Valência, ao contrário do que está acontecendo no verão brasileiro, cada dia é um pouco mais curto, um pouco mais frio e um pouco mais cinzento.&lt;br /&gt;Apesar disso, há dias de sol, e nesses dias aproveito para renovar minhas energias saindo de casa para caminhar, sempre acompanhada da máquina fotográfica. &lt;br /&gt;Adoro me misturar com as pessoas que estão indo enfrentar a rotina do dia-a-dia: faço cara de turista estrangeira, ou seja, assumo o que realmente sou, e observo o mundo (e todo mundo) sem que se dêem conta de que eu existo.&lt;br /&gt;Algumas pessoas eu já sei onde vão estar todas as tardes: idosos conversando com amigos na calçada, mulher voltando do trabalho no metrô das 14:00, pai com filho de três anos no carrinho de bebê comprando pão à noitinha... Vejo a vida, tal e qual via quando estava em casa. Claro que com alguns hábitos diferentes, mas pessoas são pessoas em toda parte do mundo.&lt;br /&gt;Nessas andanças, sigo sempre em silêncio, mas procuro me comunicar de outras maneiras. O sorriso é sempre uma boa idéia. É muito interessante como sem uma única palavra de repente conseguimos nos entender com alguém que nunca vimos, e por alguns curtos momentos é possível fazer alguma coisa juntos, como ajudar uma pessoa de maior idade a levantar para descer do ônibus.&lt;br /&gt;É muito bom ver a vida acontecendo. E a distância do que conheço por "meu mundo" está me ajudando a fazer isso mais abertamente. Acho que estou aprendendo a colocar o passado em seu lugar, a viver mais o presente e a pensar o futuro com menos pré-conceitos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-116524703836405210?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/116524703836405210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=116524703836405210&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116524703836405210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116524703836405210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/12/do-lado-de-cima-do-equador.html' title='Do lado de cima do Equador'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-116515167344977802</id><published>2006-12-03T10:13:00.000-03:00</published><updated>2006-12-03T13:39:10.316-03:00</updated><title type='text'>NOTÍCIAS DAQUI DE BAIXO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4336/3103/1600/222822/IMAG0004.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4336/3103/320/273605/IMAG0004.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus sabe como é difícil um ecossistema fechado se renovar com recursos limitados. É preciso malabarismo, tirar leite de pedra, fazer, refazer e refazer. Sinto-me e inspiro-me nos contos de Dalton Trevisan, que, mesmo repetindo insistentemente palavras, expressões, frases e até situações idênticas, tudo em contos diferentes, renova-os com uma força sem-igual.&lt;br /&gt;É assim que vai ser em minha vida de agora – e na verdade sempre foi, só que antes eu não tinha consciência disso: reinventar-me com o mínimo de recursos que tenho a disposição.&lt;br /&gt;Fecha-se mais um ciclo em minha vida – e este considero um dos grandes. Enquanto dois amigos se renovam em/com outros ares (ares de cidade maravilhosa ou de velho mundo), eu me renovo no/com o mesmo ar que tanto já respirei e que tão gasto já me parece.&lt;br /&gt;Passei por situações parecidas, de finalização de grandes ciclos (creio que, iguais a este, só tive outros dois). Todos foram diferentes, cada uma a sua maneira – a grande diferença deste é que o seu fechamento ainda precisa ser consolidado. E o será quando, nos trilhos, meu trem começar de novo a mover-se em movimento uniforme, e o maquinista deixar de olhar pelo retrovisor o passado que ficou naquela estação (trem tem retrovisor???). Preciso treinar, em mim, o dom de aceitar o passado em seu lugar.&lt;br /&gt;Começo uma nova vida no mesmo lugar, só que agora sem algumas pessoas que saíram de cena, mas com a mesma rotina, só o quarto está diferente – ah, este renovei por inteiro: móveis, pintura, guarda-roupas, tudo – pra parecer que estou em outro mundo, estando no mesmo (mais do mesmo). Quando saio de casa, fico aguardando a hora de entrar de novo em meu quarto, de deitar em minha nova cama e de ouvir meus velhos discos de vinil. A única certeza que tenho é a de que continuarei aqui em João Pessoa, só isso.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-116515167344977802?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/116515167344977802/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=116515167344977802&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116515167344977802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116515167344977802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/12/notcias-daqui-de-baixo.html' title='NOTÍCIAS DAQUI DE BAIXO'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-116472384705898429</id><published>2006-11-28T11:13:00.000-03:00</published><updated>2006-11-28T11:24:07.076-03:00</updated><title type='text'>Da Cidade Maravilhosa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/1600/Rio.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/320/Rio.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Quem poderia supor que eu (menino brejeiro, tímido, mimado etc e tal – extremamente apegado a tudo e a todos que fui irmanando no universo ao meu redor), começaria um novo ano de vida vivendo aqui, na Cidade Maravilhosa?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Não me reconheço mais. Como é bom perder a noção das coisas!!! Deixar a vida seguir seu curso!!! Na maioria das vezes, perdemos tantas oportunidades. É como diz a canção: “Se você não se distrai, a vida fica mais dura e o tempo passa doendo”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Jamais, mesmo em meus sonhos mais loucos, suporia todas as mudanças, transições e metamorfoses que o meu 27º bendito ano faria e fez comigo. Acreditam que até falei com meu pai? Isso mesmo! E (re)descobri que tenho mais três irmãos lindos. Mas a saudade é testemunha da falta que me faz o abraço dos meus amigos de Jampa, o aconchego da minha mãe e do meu irmão (não necessariamente nessa ordem)... aiai.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;O Rio ainda é um universo que estou explorando aos poucos. Há tanta coisa pra ver, experimentar e viver que fico tonto. Sinto-me ainda, e acho que por muito tempo me sentirei, um peixe fora d’água, seja pela sensualidade que parece dominar as pessoas daqui (e, definitivamente, alto-estima e poder de sedução não são meus pontos fortes), acabo me sentindo pequeno, inferior mesmo, seja porque me sinto muito diferente física-mentalmente das pessoas daqui, há tanto culto às aparências e às máscaras (e, definitivamente, depois de tudo que aconteceu comigo no meu 27º ano, isso é o que menos me importa – aprendi e quero continuar a ser transparente). Não quero dizer com isso que os cariocas sejam assim, falo isso mais por causa da imensidade que esta cidade é e é apenas uma primeira impressão de um menino do mato, ok?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Na verdade, eu já vinha de longo tempo percebendo que a vida é muito mais que a superficialidade da matéria (“há um incêndio sob a chuva rala”) e que “felicidade se acha é em horinhas de descuido”, mas isso se intensifica a cada dia dentro de mim, ainda mais pelo deslumbre consciente das sensações que estou vivendo aqui. Será que terei que me (re)adaptar? A impressão que tenho é que tudo aqui está ano luz na minha frente e isso me assusta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Estou certo de ter feito a coisa certa. Aliás esta é a única certeza diante de tudo. Alguns disseram que eu estava ficando louco, mas “sem a &lt;span class="st"&gt;loucura&lt;/span&gt; que é o homem mais que a besta sadia, cadáver adiado que procria?”. To aprendendo a viver e não ter vergonha de ser feliz, aos poucos, mas estou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Em tempo: tenho feito muita coisa boa, dentre algumas, além dos passeios por lugares recheados de história, exposições etc, está acontecendo o &lt;b style=""&gt;XIV Festival Mix Brasil de Cinema e Vídeo da Diversidade Sexual&lt;/b&gt;, evento muito importante para a discussão do tema. Fui ao showzaço da &lt;b style=""&gt;Rita Lee&lt;/b&gt;, lá no Pão de Açúcar (imagina aquele cenário e a tia Rita louca como sempre!!! Né demais pra mim?). Assisti ao FANTÁSTICO &lt;b style=""&gt;Volver&lt;/b&gt;, o novo filme do Almodóvar. Como pode um cara surpreender cada vez mais e melhor hein? Quero falar dele com mais calma, por hora queria apenas registrar minhas primeiras impressões sobre o Rio de Janeiro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;A Cidade Maravilhosa é estupendamente impactante, tenho muito por fazer e meditar, acho que meu 28º ano de existência servirá apenas pra digerir o anterior, ou não, enfim, vou deixar a vida me levar, ta tudo muito gostoso demais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Por fim, sei que tive a grata benção de começar uma nova vida dentro da mesma existência, preciso aprender a colocar o passado em seu devido lugar (em todos os sentidos), resignificando-o e  fazendo dele base do que eu sou, e do que as pessoas são, mas sem deixar que ele atrapalhe o &lt;b style=""&gt;PRESENTE&lt;/b&gt; maravilhoso que a vida está me dando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;See you!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-116472384705898429?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/116472384705898429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=116472384705898429&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116472384705898429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116472384705898429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/11/da-cidade-maravilhosa.html' title='Da Cidade Maravilhosa'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-116195502019374264</id><published>2006-10-27T10:13:00.000-03:00</published><updated>2006-11-16T10:34:22.640-03:00</updated><title type='text'>O tempo não pára...</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/1600/rendas.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/200/rendas.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta semana eu vi a cara da morte e, como acertadamente disse o poeta, ela estava viva – olhos arreganhados pra mim, vindo na forma de um infarto fulminante para alguém muito importante. Alguém que foi dormir feliz, segundo a família, e não acordou mais neste plano da vida.&lt;br /&gt;Eu já havia “perdido” importantes pessoas (avós / avôs / tia / amigos...), mas nunca alguém com quem tivesse tanta intimidade, por isso a dor tão grande. Falo da intimidade de dividir cama e leito, coisas diferentes mas que, contemporaneamente, com o sexo vivido apenas com a cabeça de baixo, parecem não fazer mas sentido. Talvez eu viva mesmo no “tempo da delicadeza”, como afirma meu parceiro.&lt;br /&gt;No momento exato da notícia pensei que fosse morrer junto, eu quis isso. Não achei justo, me senti culpado e inútil, seja pela distância física entre nós, seja porque quem decidiu por uma separação, quando ela ocorreu, tivesse sido eu. Depois de muito chorar e sentindo a força do amor dos amigos, me refugiei na casa de um amigo-irmão. Lá senti, entre outras coisas, que cada um faz as escolhas dentro do livre arbítrio que Deus nos dá ao nascer. Isto, dito agora, assim, pode parecer frio, mas preciso e tenho tentado viver meu “luto” de forma a emitir para ele toda energia positiva que ele precisa, neste momento, sem pessimismo, fazendo assim sua transição entre os dois planos.&lt;br /&gt;Mas foi exatamente no fim da tarde, quando deixei a casa acolhedora do meu amigo, que comecei a observar o mundo ao meu redor. O ônibus lotado, pessoas saindo do trabalho, outras indo para a escola... Percebi alí que o tempo não pára, a vida é fria e crua, pois, enquanto minhas lágrimas rolavam, as pessoas sorriam e seguiam em frente. Tive raiva! Meu egoísmo esperava que todo o mundo sentisse a minha dor. Mas entendi também que não é assim que a máquina do mundo funciona, Deus criou o homem para dar sentido às suas outras criações. É uma pena nós não entendermos isso e vivermos “de qualquer jeito”. Precisamos parar de perder tempo tentando provar para os outros o que somos, ou o que é pior, o que não somos.&lt;br /&gt;De mim, não esqueço de minha mãe abraçada comigo e dizendo “tenha força, eu preciso de você”, não sabe ela o quanto eu preciso dela também! Aquilo, de uma certa forma, (re)significou nossos laços. Ela tem velado meu sono; meu irmão, depois de chorar escondido (eu vi) tem feito de tudo também. Agora entendo porque voltei a morar com eles, eu, conhecendo-me como conheço, não suportaria que isso acontecesse ao meu lado, sim, pois isso iria ocorrer a qualquer momento, pois ele já vinha doente.&lt;br /&gt;Enfim, por mais que eu escreva aqui, jamais as palavras abrangerão todo o sentimento. Como disse outro poeta, "eu morro ontem / nasço amanhã" e eu preciso aprender a (re)significar meus sentimentos. Estou tentando e vou conseguir, preciso conseguir pois o tempo não pára...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Sílvia, sei que os blogs são públicos, e entendi sua discrição, mas eu não poderia deixar isso passar em branco. Branco será apenas o símbolo da paz que sempre desejei e desejarei pra ele. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-116195502019374264?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/116195502019374264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=116195502019374264&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116195502019374264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116195502019374264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/10/o-tempo-no-pra_27.html' title='O tempo não pára...'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-116181764123465844</id><published>2006-10-25T20:00:00.000-03:00</published><updated>2006-10-25T20:07:21.236-03:00</updated><title type='text'>Aquele abraço...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O pior de estar fora do Brasil é a distância de todo mundo. Não existe problema que tenha enfrentado por aqui que se compare ao estar longe dos amigos, ainda mais quando poderíamos ao menos dar um apoio em momentos difíceis. Nesse último mês, senti isso várias vezes, mas nada se compara ao que está acontecendo agora (não vou mencionar o que foi, porque, afinal, blogs são públicos...).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passo por aqui rapidinho somente para deixar meu abraço, querido amigo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Te amo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Silvia. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-116181764123465844?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/116181764123465844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=116181764123465844&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116181764123465844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116181764123465844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/10/aquele-abrao.html' title='Aquele abraço...'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-116023918861465768</id><published>2006-10-07T13:38:00.000-03:00</published><updated>2006-10-07T13:39:48.646-03:00</updated><title type='text'>SINAIS</title><content type='html'>“Tu vens, tu vens... Eu já escuto os teus sinais”.&lt;br /&gt;            Interessante é como algumas músicas ficam como que flutuando dentro da nossa mente, a espera de um mote para ecoar de novo. Quando criança, as músicas de Alceu Valença exerciam em mim certa fascinação – e ainda hoje exercem – sei lá, algo de místico. Quando chega um domingo, mais ou menos à tarde, fico, do terraço de minha casa, vendo uma paisagem ao longe que é a mesma desde que me entendo por gente morando aqui.&lt;br /&gt;            Esse lugar comum que eu visito todos os domingos o é sempre depois de mudanças radicais que acontecem no entorno de minha vida.&lt;br /&gt;            Acredito que, na vida, existam espécies de pontos de convergência, no qual várias coisas (ou ciclos?) se encerram ao mesmo tempo, provocando mudanças bruscas, um verdadeiro dilúvio. Na verdade, elas ainda não chegaram de todo neste exato momento. Esta semana, ainda não fui ao terraço, depois de uma manhã de domingo, ver a paisagem da qual falei. Mas sinto que está chegando o momento de, ‘de novo’, ter de ir lá, à tarde, constatar que o mundo muda, mas que algo ainda permanece.&lt;br /&gt;            Percebo que este fim de ano terá a cara da mudança em minha vida. Muita coisa vai mudar, disso sei, e elas já estão acontecendo, ou, melhor dizendo, preparando-se. Algo parecido já me aconteceu, mas não é a mesma coisa desta vez. Coisas miúdas, somadas às coisas grandes, estão se preparando, como uma tempestade, para virem todas ao mesmo tempo. E eu já estou à espera delas, diferente do que acontece sempre, quando só as constato quando já foi e estou todo molhado. E, com isso, tenho um certo medo diferente dos outros, do tipo antecipado, e não sei se isso é bom. Não sei o que será de minha vida, existem vários caminhos se fazendo, e eu ainda não escolhi qual deles devo seguir. Só espero que, desta vez, a inércia não seja a governanta de minha casa. E espero ainda que aquela paisagem que sempre vi, intacta, do terraço de minha casa, também não venha a mudar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-116023918861465768?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/116023918861465768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=116023918861465768&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116023918861465768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/116023918861465768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/10/sinais.html' title='SINAIS'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-115953446256202268</id><published>2006-09-29T09:48:00.000-03:00</published><updated>2006-09-29T09:54:22.576-03:00</updated><title type='text'>Estou de volta para a casa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Esta semana, depois de um bom período morando fora da &lt;strong&gt;casa&lt;/strong&gt; de mamãe, voltei pra “asa dela”. Sem dúvida, é tudo muito estranho, parece que nunca estive ali, talvez porque esta &lt;strong&gt;casa&lt;/strong&gt; em que minha mãe mora hoje não faz parte do meu imaginário infantil, não me sinto apegado a recordações daqui. Aconteceram mudanças (muitas) desde a vez que sai: O quarto que eu dividia com meu irmão, agora é “só meu”, pois, na minha ausência, mamãe construiu um terceiro quarto na &lt;strong&gt;casa&lt;/strong&gt;, e meu irmão está instalado nele.&lt;br /&gt;Certas mudanças não ocorrem sem dor e esta doeu (doe) muito. Primeiro porque percebi que não sou capaz de me sustentar sozinho financeiramente; Segundo porque não tenho a privacidade e liberdade que pensava ter; entre outras coisas...&lt;br /&gt;No entanto, tenho, deste o momento que entrei na &lt;strong&gt;casa&lt;/strong&gt;, prestado atenção aos sinais que o Sagrado tem tentado me mostrar, uns certamente não me agradam, como os que já citei, por exemplo, mas outros...&lt;br /&gt;O carinho do meu irmão, tão atento a mim e a minha presença – sempre nos demos muito bem (acho que ele não lembra o quanto puxei os cabelos dele quando ele era pequeno, por puro ciúme); e, claro, a minha mãe, que tem sabido – sempre tentou – entender minhas nóias. Devo muitíssimo a esta mulher-mãe-amiga, com ela aprendo a enfrentar os obstáculos com a cabeça erguida, entre muitas outras coisas que aprendo com ela...&lt;br /&gt;Só agora, quase uma semana, estou começando a organizar meus livros numa estante cedida da locadora do meu irmão. A ficha vai caindo aos poucos. Aos poucos vou entendendo os porquês. O importante é buscar o discernimento daquilo que deve e não deve ser mudado agora.&lt;br /&gt;“Tudo tem sua hora” / “A evolução não dá saltos” / “A borboleta já foi lagarta um dia” / etc e tal. São coisas assim – chavões – que tem me feito refletir muito sobre meus reais desejos, sentimentos e o que realmente importa na/para vida.&lt;br /&gt;Meu quarto não tem dvd, tv, micro, som... Estou só com cama e livros (há coisa melhor?) Deve haver, e eu vou procurar porque voltei, mas voltei mudado, isso é o melhor, não sou o mesmo SER que saiu, percebi isto hoje me olhando no espelho (talvez seja o início da calvície que me fez perceber isso. hehe) e quero mudar muito mais, sem jamais deixar de viver o meu sonho entre luzes brandas e músicas invisíveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-115953446256202268?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/115953446256202268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=115953446256202268&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115953446256202268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115953446256202268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/09/estou-de-volta-para-casa.html' title='Estou de volta para a casa'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-115904699691112020</id><published>2006-09-23T18:28:00.000-03:00</published><updated>2006-09-23T18:29:56.940-03:00</updated><title type='text'>DO OUTRO LADO DO ATLÂNTICO</title><content type='html'>Há poucos dias uma amiga minha foi morar do outro lado do atlântico. Passará seis meses de sua vida lá. Dia 23 de março (provavelmente) ela estará de volta, nos reencontraremos, contará de sua experiência. Parece uma equação simples essa.&lt;br /&gt;            Só imaginei que, neste exato momento em que escrevo, ela estará vivendo numa realidade completamente diferente, respirando novos ares e ouvindo uma outra língua. Isso virou minha cabeça de maneira tal que me pareceu, por um instante, que eu tinha ido embora e ela ficado. Depois vi – ainda bem – que era o contrário.&lt;br /&gt;            Nas palavras, coisa muito simples. Alguns têm vontade de fazer isso. É muito fácil rimar verbo com verbo; quero ver rimar verbo com advérbio. Coragem, é disso que falo – além de outras coisas mais que estão embutidas e que tem sua significação para cada um que passou, vai passar ou pensa em passar por uma experiência dessas.&lt;br /&gt;            Coloco-me no lugar dela a partir de agora. Quando fui morar em Campina Grande, sozinho, fiquei nervosíssimo! Fiquei pensando em como me virar numa cidade estranha. Que diria num país estranho? Quando falei com ela por telefone, no dia de sua viagem, pareci um abestalhado, por que tive um sentimento estranho de empatia naquela hora.&lt;br /&gt;            Quando março chegar, e nos encontrarmos de novo, será assim: ela, com seu jeito de sempre, fará relatos os mais interessantes sobre sua estadia em Espanha. Estará arrumando suas coisas, voltando para a vida de novo, que aqui foi deixada em suspenso. Porém, entre nós dois, haverá uma diferença: eu estarei olhando a vida sob um mesmo ponto de vista (ou talvez outro diferente, porém muito próximos um do outro). Ela estará olhando a vida como se a estivesse vendo de um lado oposto ao de antes, assim, como se estivesse do outro lado do atlântico.&lt;br /&gt;            Penso nisso, sinto inveja, até vontade de fazer algo parecido. Mas, é a danada da coragem que me falta! E outras coisas mais além disso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-115904699691112020?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/115904699691112020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=115904699691112020&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115904699691112020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115904699691112020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/09/do-outro-lado-do-atlntico.html' title='DO OUTRO LADO DO ATLÂNTICO'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-115806863688462191</id><published>2006-09-12T10:38:00.000-03:00</published><updated>2006-09-12T10:43:56.906-03:00</updated><title type='text'>A casa fica bem melhor assim...</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/1600/abra??o.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/200/abra%3F%3Fo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;Uns anos atrás, eu pensava que praticar meditação era conseguir calar a mente para descansar. Aprendi com uma grande amiga (que foi minha professora de Yoga) que o ideal realmente é esse, mas que é muito difícil de atingir. Segundo ela, o melhor é deixar a mente “falar” o que quer, e não brigar com ela, até que um dia ela relaxe realmente.&lt;br /&gt;Essa semana, eu tentei, à toa, calar a minha mente, procurando buscar outros temas para evitar escrever sobre a minha futura viagem. Na verdade, eu não quero nem vou me despedir de ninguém. Até porque vou passar pouco tempo fora. Mas não me sai da cabeça a idéia de que nunca passei tanto tempo sozinha como o que vou iniciar na próxima semana.&lt;br /&gt;Esse mês de preparativos foi muito melancólico. Revi toda a minha vida ao arrumar os meus armários para evitar que o mofo cubra, dentro dos próximos seis meses, os meus livros, cadernos de anotações, agendas de adolescente, roupas que guardo e que não cabem mais em mim (mas que carregam muitas lembranças), fotos de amigos que não vejo mais, fotos recentes de pessoas essenciais que nunca vão desaparecer, mesmo com a distância...&lt;br /&gt;Não consegui evitar a sensação de que estou a partir de agora criando uma nova vida. Se melhor ou pior eu não sei. Mas é diferente, com certeza.&lt;br /&gt;Se por um lado fiquei melancólica, por outro, pude fazer uma limpeza geral na minha vida. Pude repensar muita coisa sobre mim, sobre minha postura diante das coisas. Engraçado como às vezes vivemos as situações e não nos damos o tempo suficiente para entender o que aconteceu. Hoje entendo muito melhor o que me levou a largar o Direito e partir para o estudo da linguagem, e o percurso que me levou a conhecer tanta gente nova. E olha que na época eu pensava que andava simplesmente porque a corrente me levava. Existia uma lógica interna e eu não sabia...&lt;br /&gt;E é essa lógica que está me levando ao outro lado do Atlântico. Mas não pensem que vão se livrar de mim assim tão facilmente... Vou tentar enganar a saudade. Afinal de contas, estamos em um &lt;em&gt;mundo globalizado&lt;/em&gt; e a internet está aí para que a gente continue em contato. Continuarei escrevendo, mesmo estando lá, e mesmo ninguém agüentando mais ler as minhas reflexões de quem é “sério demais”.&lt;br /&gt;Vou deixar minha mente voar por onde ela quiser...&lt;br /&gt;Um abraço forte, e até logo...&lt;br /&gt;Silvia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-115806863688462191?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/115806863688462191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=115806863688462191&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115806863688462191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115806863688462191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/09/casa-fica-bem-melhor-assim.html' title='A casa fica bem melhor assim...'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-115686173562497186</id><published>2006-08-29T11:21:00.000-03:00</published><updated>2006-08-29T12:51:28.386-03:00</updated><title type='text'>Certos Dias</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/1600/pipoca.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/320/pipoca.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Tem dias em que a gente se sente como quem partiu ou morreu, acho saudável até. O problema é quando os dias viram semanas, meses...&lt;br /&gt;No mundo contemporâneo, com seus dias neobarrocos, a melancolia é mola propulsora de muitas introspecções e buscas tresloucadas para as respostas individuais, buscando, na verdade, respostas para as aflições coletivas. Quanto a isso, cada vez mais acredito que grandes transformações só acontecem a partir de “pequenos” atos de coragem e mudanças particulares.&lt;br /&gt;Mas enfim, num destes momentos, recebi um texto intitulado “A pipoca”, de Rubem Alves. Levei um tempo pra ler, pois, além de ser um texto (mais ou menos) de auto-ajuda, vocês sabem, em momentos assim, tudo o que menos queremos ler é algo que nos faça remexer na ferida já exposta.&lt;br /&gt;Dentre outras coisas o texto afirma:&lt;br /&gt;“Um bom pensamento nasce como uma pipoca que estoura, de forma inesperada e imprevisível”, como por exemplo a feitura deste texto.&lt;br /&gt;“a pipoca é a comida sagrada do Candomblé”, nada mais poético e brasileiro.&lt;br /&gt;“os grãos duros quebra-dentes se transformam em flores brancas e macias, até as crianças podiam comer”&lt;br /&gt;e conclui pra o meu assombro:&lt;br /&gt;“O milho da pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer, pelo poder do fogo podemos, repentinamente, nos transformar em outra coisa — voltar a ser crianças! Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e dureza assombrosa. Só que elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.”&lt;br /&gt;Confesso: essa conclusão, não só machucou as feridas já existentes, mas também abriu outras. Sei lá, certo dia um amigo disparou que eu sou “muito sugestionável”, mas não consegui passar por este texto sem marcas pra mim.&lt;br /&gt;Na simbologia cristã o milagre do milho de pipoca está representado pela morte e ressurreição de Cristo: a ressurreição é o estouro do milho de pipoca. É preciso deixar de ser de um jeito para ser de outro."Morre e transforma-te!" — dizia Goethe.Portanto, chega de ficar culpando o universo ao nosso redor, pelas nossas falhas e faltas, principalmente conosco mesmos. Entremos mais no nosso infinito particular e fiquemos mais perto do fogo!!!&lt;br /&gt;Na beira do abismo é que criamos asas!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Jesus disse: "Quem preservar a sua vida perdê-la-á".A sua presunção e o seu medo são a dura casca do milho que não estoura. O destino delas é triste. Vão ficar duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca macia. Não vão dar alegria para ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo a panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo. Quanto às pipocas que estouraram, são adultos que voltaram a ser crianças e que sabem que a vida é uma grande brincadeira...] Será?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-115686173562497186?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/115686173562497186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=115686173562497186&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115686173562497186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115686173562497186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/08/certos-dias.html' title='Certos Dias'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-115591582816534830</id><published>2006-08-18T12:42:00.000-03:00</published><updated>2006-08-18T12:43:48.180-03:00</updated><title type='text'>RELIGIÃO E COMPORTAMENTO: REGRAS DE CONDUTA?</title><content type='html'>De repente uma amiga minha “virou” evangélica. De repente mesmo, sem sobreaviso, de supetão, nunca sequer demonstrou descontentamento algum com a vida. Isso causou em mim um rebuliço sem igual. Sondei os confins de meu eu interior para tentar encontrar o porquê dessa agitação em meu ser, e ainda não consegui achar resposta.&lt;br /&gt;            O caso referido: é comum, acontece, aposto até que com algum amigo de vocês já deve ter acontecido isso. Só um dado a mais nessa equação: esta amiga era a última pessoa do mundo que eu imaginaria num culto evangélico, gritando “glória a Deus!”. Mãe solteira, bebe mais do que eu e você juntos, gosta de festas, etc.&lt;br /&gt;            Nada demais, não é? Conversões religiosas acontecem, e é isso que a igreja preconiza: não importa sua vida anterior, seus pecados estão perdoados. Mas aqui vai um outro dado, e talvez que esteja aqui a explicação para o meu rebuliço interior: ela continua levando a vida como dantes, no quartel de Abrantes. Freqüenta os cultos da Igreja Universal do Reino de Deus, e logo depois cai na gandaia, como sempre, sexta e sábado sai e chega de manhã em casa.&lt;br /&gt;            Nada contra a diversidade – neste caso, diversidade de comportamento. Vida é viver, ser feliz e não fazer mal a ninguém. Mas não estaria aí uma contradição? Não que eu tenha o poder de dizer se algo está certo ou errado, mas não há incoerência nisso? É nisso que me concentro, pois, na incoerência, ou, melhor dizendo, na incompatibilidade do comportamento humano dos tempos hodiernos com as religiões baseadas no cristianismo. Será que é possível levar a vida de hoje seguindo os preceitos das religiões que se baseiam na Bíblia? Como se pode agir de modo diferente ao que é preconizado na Bíblia estando com a consciência límpida e transparente? Transar antes do casamento é permitido aos que seguem a dita religião? Foram tantas as perguntas que um nó foi dado dentro da minha cabeça, e que ainda não desatei.&lt;br /&gt;            Reiterando e finalizando: não julgo se um comportamento está certo ou errado; julgo a incompatibilidade do modo de agir com aquilo que é preconizado pela religião. Já não estaríamos no tempo de uma reformulação dessas religiões? Ou continuar-se-á fazendo vista grossa a essa incompatibilidade, até que alguém de dentro delas, e com força para tal, perceba o absurdo que existe nisso?&lt;br /&gt;            Tenho mais perguntas, são muitas, mas a falta de mais espaço e respostas que resolvam em mim esta equação, montada pela minha moral, talvez imbecil e atrasada, traz, por vezes, a mim, uma certa angústia. É só isso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-115591582816534830?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/115591582816534830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=115591582816534830&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115591582816534830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115591582816534830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/08/religio-e-comportamento-regras-de.html' title='RELIGIÃO E COMPORTAMENTO: REGRAS DE CONDUTA?'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-115522661069021021</id><published>2006-08-10T13:09:00.000-03:00</published><updated>2006-08-11T10:15:11.576-03:00</updated><title type='text'>Carnavalização e respeito</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/1600/bandeira.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/320/bandeira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Domingo passado, aqui em João Pessoa, fui a uma passeata pelo orgulho gay. Para mim, que não sou homossexual, mas que tenho muitos e grandes amigos (e amigas) que são, significava uma forma de demonstrar o meu respeito pelo movimento. &lt;div align="justify"&gt;Admiro muito a coragem e a ousadia que os homossexuais têm de enfrentar a sociedade, tão recheada de preconceitos, para obter o seu espaço (profissional, intelectual, cotidiano). Se essa conquista já é difícil para os que se enquadram nos perfis previamente estabelecidos, imagina para aqueles que têm mais essa barreira para enfrentar...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas uma coisa me incomodou muito aquele dia: a falta de respeito que os próprios participantes do movimento têm por si mesmos, ao se fazerem risíveis diante das pessoas que ali estavam para acompanhar a festa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não sei se por causa da minha criação, muito tradicional e recheada (de excessos) de seriedade, nunca me acostumei com a idéia de que as pessoas se façam piada diante dos demais. Ainda mais quando estão envolvidas questões tão sérias como a luta por respeito dentro das relações sociais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Gostaria muito de saber até que ponto esses movimentos são importantes para a aquisição de respeito para as pessoas que pretendem representar. Eu tenho a suspeita de que estão errando na dose.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Carnavalizar a vida é muito bom. Mas não isso não pode gerar a criação de estereótipos. Ouvi coisas absurdas do pessoal que estava assistindo, principalmente de grupos de homens que estavam lá somente para criticar. Me senti agredida. Acho que as pessoas para quem aquelas frases se dirigiam também se sentiram assim, mas fingiram não se importar. O problema está em que, em alguns momentos, a reação dos "agredidos" era se fazerem ainda mais caricatos. É realmente essa a estratégia a ser tomada?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tenho impressão que, além de alimentar os motivos que dão início às críticas dos que não se importam com o movimento, essas atitudes provocam também entre os próprios homossexuais a criação de um gueto. Uma auto-exclusão. E a partir de agressão fantasiada de carnavalização.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Explico o que disse: a auto-afirmação a partir da imposição dos estereótipos invade também os espaços sociais onde se exige um outro tipo de conduta, por parte de qualquer cidadão, seja ele homo, hetero, branco, negro, homem ou mulher. Ouvi em certo momento o locutor de um trio incentivando os casais a fazerem um "boquete" na areia da praia. Ora... estávamos em Tambaú. Famílias inteiras estavam freqüentando a praia... Não creio que o desrespeito com os demais seja a forma indicada para conseguir respeito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acho que o segredo é se fazer digno, é respeitar a si mesmo e aos demais. E pronto. O respeito da sociedade vem como conseqüência.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-115522661069021021?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/115522661069021021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=115522661069021021&amp;isPopup=true' title='30 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115522661069021021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115522661069021021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/08/carnavalizao-e-respeito.html' title='Carnavalização e respeito'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>30</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-115472721677117411</id><published>2006-08-04T18:29:00.000-03:00</published><updated>2006-08-06T15:01:50.136-03:00</updated><title type='text'>Ideologia! Eu quero uma pra viver!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/1600/SFrancisco.1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/320/SFrancisco.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Pegando gancho no texto do Jânsen, quero contar que re-assisti, nestes dias, ao filme “Irmão sol, irmã lua” (1972), de Franco Zeffirelli e fiquei me questionando quem são, e se há, exemplos, como o de São Francisco de Assis, a serem seguidos, nos dias de hoje. Bom, para quem não assistiu ao filme: nele são apresentados a vida e os feitos de São Francisco de Assis e Santa Clara, almas gêmeas que viveram o amor ao jeito deles.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A cena mais impactante, sem dúvida, é aquela em que São Francisco se despoja das vestes (retratado por Cândido Portinari, nesta bela pintura), para viver uma vida humilde, toda voltada aos seus “irmãos”, tentando seguir a premissa do Cristo na sua mais íntima essência de sublime peregrino.&lt;br /&gt;Vendo aquela atitude divina, fiquei pensando quantos não entendem ainda hoje a verdadeira mensagem do Cristo (falando para os cristãos, claro). Quantos abriram mão de seus lares confortáveis para se dedicar aos “semelhantes”? Sei da existência das inúmeras missões, ong’s, pastorais, etc e tal, que são formadas por pessoas “desprovidas” deste “apego” aos apelos midiáticos de hoje, mas percebo que, na prática, há tanta hipocrisia! Tanta falsa ideologia!&lt;br /&gt;Percebo isso, por exemplo, no chamado “meio acadêmico” em que muitos “radicais”, enrouquecem suas vozes por discursos que se esvaem com o vento, simplesmente porque estes “radicais” são, na maioria, contraditoriamente ao discurso apregoado “filhinhos de papai” que jamais abririam mão de suas regalias. Assim fica fácil gritar por Justiça e Igualdade!!! (Daí também um dos meus motivos de ser contra a arte dita engajada e panfletária).&lt;br /&gt;Continuando sob a influência do filme, meus pensamentos voaram (sempre voam). Quem são os avatares da humanidade de hoje? Será que nossos ídolos ainda são os mesmos? E o que é pior, por pura falta de opção? Acho que sim. Infelizmente. E não falo num despojamento apenas material, mas de algo que se sobrepõe a tudo isso e une os seres: Amor, palavrinha complicada de se definir, e amor nas diversas manifestações, áreas, campos e espaços.&lt;br /&gt;Em 1988 eu tinha 10 anos e o poeta rebelde Cazuza pedia por uma ideologia. E acho que se tivesse vivo ainda hoje continuaria a lutar por uma, simplesmente porque vivemos num mundo sem ideologias e apenas inúmeros interesses pessoais, e essa carência ideológica entra em choque, constantemente, com nossas ânsias vãs.&lt;br /&gt;Percebo que vivemos como nossos pais, sucumbindo aos padrões, normas, regras... que nos fazem esquecer dos nossos desejos mais íntimos e dos nossos sonhos impossíveis, levando-nos à mediocridade do ordinário.&lt;br /&gt;Imediatamente, ainda no campo cinematográfico, me vem à mente as recentes e marcantes personagens Ennis Del Mar e Jack Twist, do fantástico “Brokeback Mountain”, sucumbindo às convenções sociais e sufocando o que realmente é real: o Amor.&lt;br /&gt;Sei que viver é melhor que sonhar, nem sempre, e que qualquer canto é menor do que a vida de qualquer pessoa, mas uma ideologia sincera não faz mal a ninguém. A verdade é que sempre foi mais fácil esperar que os outros decidam por nós, é mais cômodo caminhar e seguir a canção do que ir contra o vento.&lt;br /&gt;Porém, quero crer que sempre vem vindo no vento cheiro de novas estações.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-115472721677117411?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/115472721677117411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=115472721677117411&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115472721677117411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115472721677117411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/08/ideologia-eu-quero-uma-pra-viver_04.html' title='Ideologia! Eu quero uma pra viver!'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-115394999937009039</id><published>2006-07-26T18:34:00.000-03:00</published><updated>2006-07-30T17:13:48.883-03:00</updated><title type='text'>A TEATRALIDADE DO MUNDO</title><content type='html'>&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="231" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/320/superman.jpg" width="168" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Antes de iniciar o texto, um esclarecimento quanto ao termo teatralidade: tomo o termo com o significado de algo estrondoso. Aliás, não é bem esse o sinônimo que eu queria dar. Talvez chamativo, ou quem sabe artificial. Bem, talvez seja melhor começar logo o texto, um outro sinônimo mais fiel aparecerá, assim espero.&lt;br /&gt;Tive a idéia de falar sobre a teatralidade do mundo após assistir ao filme “Superman – O Retorno” (podem rir, não tem problema, sou fã mesmo, desde criança). Críticas a parte, o filme é a pura representação do mundo teatral no qual vivemos hoje.&lt;br /&gt;Dentre as muitas cenas que deixa isso bem claro, cito a primeira, que marca o retorno propriamente dito do super-herói. Nela, Superman salva um avião que vem caindo em parafuso (adivinhem quem está nele? Lois Lane, claro) e “estaciona” a aeronave no campo de um estádio de basebol, lotado, em pleno jogo. Depois do feito, a imagem do herói norte-americano é então estampada na tela do estádio, e em todas as televisões dos Estados Unidos. Uma salva de palmas recebe o herói depois de cinco anos de ausência (tempo em que passou fora da terra, na busca de seu planeta, já destruído). E a imagem, a meu ver ridícula e até patética, do Superman dando um “alozinho” para todos, mostra o quanto o filme é teatral, e o quanto reflete o mundo de hoje.&lt;br /&gt;Façamos uma comparação com o filme “Superman I” (filmado em fins da década de 70). Na primeira cena de aparição do super-herói, Lois Lane está num helicóptero em vias de despencar do terraço do prédio do Planeta Diário. O salvamento se dá sob os olhares do público, mas à distância, lá embaixo. Superman, após segurar a aeronave com uma das mãos, leva-a para o próprio terraço do prédio, longe do público, no qual há apenas ele próprio, Lois Lane, e três ou quatro funcionários, que prestam a primeira assistência a ela e ao piloto desmaiado.&lt;br /&gt;Essa necessidade de querer aparecer, de ser chamativo, estrondoso, TEATRAL, é própria do mundo pós-moderno. Nas artes, acontece de forma semelhante: veja a arquitetura, por exemplo. Ela está voltada para chamar a atenção do público. Formas alongadas e incomuns, cores, acessórios chamativos, luz em demasia, brilho intenso (Observe o prédio da Honda, perto do hospital de trauma). Como se fosse uma pessoa a gritar, numa espécie de palco, para todo mundo ouvir: Ei, eu estou aqui!!!Olhem para mim!!! Vejam como sou bonito.&lt;br /&gt;Se você já se sentiu atuando como tal, não se envergonhe, pois ninguém está imune à influência e à apelação dessa atitude teatral diante do mundo. Essa coisa forçosa de se destacar em meio a tanta coisa parecida, igual, é puro ato reflexo. A entrada triunfal, o “gran finale”, as frases feitas e de efeito, tudo isso é o arsenal que se tem para se causar estrondo.&lt;br /&gt;A era pós-moderna em que vivemos, creio, é uma fase de transição (que venham as críticas). Quando essa atitude teatral tornar-se o comum, o corriqueiro, o usual, o lugar-comum, e por que não dizer cansativa, será iniciada a mudança para um outro paradigma, que creio não estar muito longe, pois já causa uma certa angústia toda essa apoteose. Ótimo, achei o sinônimo o qual buscava tanto para a tal teatralidade do mundo: vivemos numa Apoteose.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-115394999937009039?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/115394999937009039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=115394999937009039&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115394999937009039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115394999937009039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/07/teatralidade-do-mundo.html' title='A TEATRALIDADE DO MUNDO'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-115318692210031018</id><published>2006-07-17T22:40:00.000-03:00</published><updated>2006-08-02T19:38:28.933-03:00</updated><title type='text'>asdfg</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/1600/smile.4.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/200/smile.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Estive por uns dias fora do mundo virtual... Ou melhor, estive sem tempo de me dedicar às leituras, e-mail’s e comentários em blogs. Durante esse período, tive que me contentar com rápidos comentários via orkut, e só. Por outro lado, liguei o computador todos os dias para elaborar os trabalhos de final de semestre (o mais longo da minha vida!).&lt;br /&gt;Por isso, fiquei de fora das discussões sobre o texto anterior, mas o assunto não me saiu da cabeça a semana inteira, pois eu mesma estava incomodada por estar ausente, não somente pelo blog, mas simplesmente pela mania de ficar navegando por aí.&lt;br /&gt;Hoje, não dá pra negar a importância da Internet. Muito menos dos computadores. Até na cidade onde mora minha avó (que é tão pequena, mas tão pequena, que nem a praça na frente da Igreja existe) o pessoal passa horas na frente do computador (que é um só, se não me engano).&lt;br /&gt;Como é de práxis, computadores e impressoras sempre dão problemas quando mais precisamos. Até parece um complô. Tive alguns embates com eles essa semana, e em alguns momentos cheguei a pensar em entregar os trabalhos escritos à mão. Por acaso alguém ainda lembra de momentos assim? Tenho impressão que fazer calos nas mãos de tanto escrever está fora de moda. A onda agora é LER-dort (não é, Jô?).&lt;br /&gt;Lembro que a coisa mais chique do mundo, quando ainda estava na escola, era entregar os trabalhos datilografados... (asdfg asdfg asdfg... o que será que foi feito do Instituto Padre Zé?) Uns anos depois, veio o computador, e com ele etiquetas personalizadas, faixas de “Feliz Aniversário” impressas em papel contínuo, e, heresia das heresias, as cartas pessoais digitadas!&lt;br /&gt;Puxa... como era gostoso receber cartas! Eu era viciada nelas. Tanto em receber como em enviar. Eu mandava cartas até pra minha vizinha, depois que descobri que, se eu escrevesse “carta social” no verso do envelope, o custo de envio era de 0,01 centavo... Todos os meus amigos conheciam a minha letra. E me conheciam muito bem também.&lt;br /&gt;Uma das minhas amigas, a mais chique de todas, já tinha computador, e me mandava cartas imensas digitadas, com cartões feitos em casa na própria impressora matricial, pelo menos duas vezes por mês. Naquele tempo, ninguém tinha computador, muito menos Internet, e ainda assim a gente se comunicava sem parar. Tenho tudo guardado em casa até hoje. E olha que já faz um bom par de anos.&lt;br /&gt;Não demorou muito tempo para que todo mundo estivesse digitalizado. O problema é que agora a maioria das comunicações também é virtual, no pior sentido da palavra. Talvez por conta dos modelos sociais que seguimos tão cegamente, como Léo comentou no texto anterior.&lt;br /&gt;Na internet, temos muitos amigos, novos ou antigos. O cool é ser popular. Tal e qual aquela safra de filmes americanos que passam na sessão da tarde. Não estou falando de todo mundo, mas já ouvi muita gente se sentindo o máximo porque tem mais de 200 "amigos" adicionados no orkut.&lt;br /&gt;Aliás, como bem disse Léo, o orkut nos possibilitou que amigos de épocas passadas nos vejam virtualmente todos os dias, se quiserem. O problema é que nem sempre esse retorno é verdadeiro. Tem gente que me adicionou, me manda mensagens de "bom dia" toda semana, mas quando me vê por aí não fala comigo.&lt;br /&gt;Já os e-mails, antes de tudo, e sobretudo, facilitam magnificamente a comunicação. Mas não têm o mesmo tom das cartas. E elas foram aposentadas por conta deles. Talvez seja saudosismo, mas não sinto a mesma coisa quando recebo um e-mail. Ainda mais quando ele não é para mim. Sabe de uma coisa? Estou cansada de receber “forward”.&lt;br /&gt;Um texto escrito à mão tem o cheiro, a cor do momento em que foi escrito... Carrega muito mais sensações. Hoje ninguém mais conhece minha letra. Lembra daquela minha amiga que me mandava duas cartas por mês? Desapareceu tem quase dois meses, e não conseguimos mais nos falar. Acho que ela nem sabe meu telefone. Afinal de contas, eu também não sei o dela. &lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;---------------------------------&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em tempo 1: Léo, esse texto é para você. Tenho certeza que ainda escreveremos muito um para o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo 2: Falando com Roncalli, percebi que esse texto passava uma idéia de que eu tinha uma visão negativa acerca da internet. Queria dizer que não é bem assim. Afinal de contas, aqui estou eu me utilizando dela para dizer o que penso. Sei que é importante a dita "democratização" das informações. Só questiono a atitude, muitas vezes imatura, das pessoas diante de tudo que encontram no mundo virtual. Volto ao meu mantra: falta conscientização.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-115318692210031018?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/115318692210031018/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=115318692210031018&amp;isPopup=true' title='23 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115318692210031018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115318692210031018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/07/asdfg.html' title='asdfg'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>23</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-115221391985504127</id><published>2006-07-06T16:21:00.000-03:00</published><updated>2006-07-06T16:29:27.370-03:00</updated><title type='text'>ORKUTANDO A VIDA</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/1600/olhosnosolhos.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 236px; CURSOR: hand; HEIGHT: 117px; TEXT-ALIGN: center" height="173" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/320/olhosnosolhos.0.jpg" width="262" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Toda semana é sempre a mesma coisa: surpreendo-me com um amigo se queixando que o Orkut dele foi invadido; outro teve o perfil clonado; outro teve as fotos copiadas; outro recebe mensagens pornográficas; (...) São tantas as reclamações!!! Há até casos de relacionamentos duradouros abalados desde o advento do Orkut!!!&lt;br /&gt;Esta semana um amigo me comunicou sua saída do Orkut, outros já haviam feito isso, “Preservar a privacidade” justificam-se eles. Inquieto-me: Parece que o Homem tornou-se, ou sempre foi, vítima do seu próprio exibicionismo histórico.&lt;br /&gt;Meu amigo justificou que estava numa nova fase, vivendo um novo romance e aquilo seria uma prova de amor. Enfim, não quero julgar “a forma de amar” de ninguém (quem sou eu para faze-lo?), mas fico inquieto também ao ver estes rompantes de “amor” que apenas reafirmam certas inseguranças interiores. “A evolução não dá saltos”, ouvi certa vez, e transformar-se em outro para “provar” amor não me parece lógico (se é que há lógica no amor).&lt;br /&gt;Mas enfim, sucumbi à onda do “scrap lido, scrap apagado”, como uma forma de ter privacidade. Alguns amigos relutam quanto a isso e mantêm seus recados à mostra. Confesso que “chatear os imbecis”, às vezes, me cansa. E cedi!!!&lt;br /&gt;No Orkut tudo parece falso – todo mundo é modelo! Artista! –, afinal estamos no campo do mundo virtual, não é mesmo? Será? Onde se encontra o limite entre o irreal e o real? Pelas minhas inquietações acima, parece que a cada dia nós estamos perdidos diante de tal pergunta. O virtual, antigamente de forma sorrateira, hoje escrachadamente, adentra nosso mundo real. Há limites entre esses dois mundos? Vivemos numa MATRIX, como sugerem os irmãos cineastas?&lt;br /&gt;Lembro-me, ao pensar nesses assuntos, das máscaras sociais historicamente, e necessariamente, usadas por nós, para inserirmo-nos em cada situação cotidiana. Somos atores! Já afirmou um poema. O Orkut (e seus filhotes) parece tensionar isso ao máximo!&lt;br /&gt;Jean Baudrillard, inspirador da trilogia Matrix, alerta que “tudo é efeito especial”, os significantes nunca estiveram tão perdidos e distantes de seus significados quanto no momento contemporâneo. Simulacros e Simulações (olha as máscaras novamente) governam o mundo!!! Assim, somos quem queremos ou quem podemos ser???&lt;br /&gt;As questões agora parecem ser: Como podemos ser Humanos perante a ascensão incontrolável da tecnologia? Como usar o livre arbítrio, dado a nós desde o princípio de tudo, de forma “certa”?&lt;br /&gt;Por trás do virtual há sempre um ser humano “real”, ou não?&lt;br /&gt;Quanto a mim, fiz alguns amigos – contados nos dedos, claro! – que pularam do mundo virtual para o mundo real, sem que para isso fizéssemos qualquer força, tudo “naturalmente”. Por eles, e por mim, não pretendo deixar o Orkut, e nem me abster de brincar no mundo virtual da minha realidade enquanto “pessoa”.&lt;br /&gt;Parece que os olhos do cão Argos (simbolicamente tomado aqui como parte desta engrenagem que compõe o universo virtual) observa-nos constantemente e isso nos aterroriza. Toda esse desnudamento do ser é assustador.&lt;br /&gt;Madonna já gritava – anos 80/90: “Strike a pose”&lt;br /&gt;Completo com o jargão: “Sorria, Você Está Sendo Filmado!!!”&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-115221391985504127?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/115221391985504127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=115221391985504127&amp;isPopup=true' title='37 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115221391985504127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115221391985504127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/07/orkutando-vida.html' title='ORKUTANDO A VIDA'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>37</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-115161407913021240</id><published>2006-06-29T17:44:00.000-03:00</published><updated>2006-06-30T13:34:13.023-03:00</updated><title type='text'>AS FOGUEIRAS DE SÃO JOÃO</title><content type='html'>Tentei fugir do assunto, mas não deu. Mas não foi só o clima de São João não; não foi só isso não (quanto ‘ão’ numa só frase!!!). É que fico maravilhado com essa tradição (outro 'ão' de novo) de serem acesas fogueiras na noite de véspera de São João (e por que é que é na véspera?). Por quanto tempo não vem sendo repetido isso.&lt;br /&gt;Se você for olhar direito, é incrível. Vou dar um exemplo que me levou a essa constatação: a maior festa popular do Brasil é o carnaval, todos concordam? Só que fico pensando que não há no carnaval um símbolo tão forte como o das fogueiras de São João.&lt;br /&gt;Lembro-me que, quando criança, havia uma tradição de no carnaval se fazerem umas bombinhas (feitas de uns canos, junto com uma borracha e um pedaço de pau) que serviam para se encher de lama e jogar nos carros que passavam na rua. Hoje não mais isso – graças a Deus! Também havia um negócio de se melar os outros com pó, maizena, essas coisas brancas. Também se pode lembrar das fantasias; existem blocos carnavalescos que tentam resgatar essa tradição, mas, como o nome já diz, é um resgate, não é o que o “povão” tem feito. Não digo que não há mais essas coisas, pois; ainda acontecem uma vez ou outra, mas não com a força das fogueiras.&lt;br /&gt;Aí fiquei analisando... Talvez por que as fogueiras têm uma forte simbologia religiosa, e o nordestino tem a religião praticamente no sangue. Ou talvez por que essa tradição seja uma prática das classes mais populares - já imaginou, um rico, todo no linho, se enchendo todo de fumaça?. Enfim, é de se ficar admirado vendo uma noite com cheiro de fumaça e uma névoa que faz a noite parecer de frio.&lt;br /&gt;Logo me veio a lembrança de um assunto pelo qual transitamos há poucos dias: cultura brasileira. O que é? Será que se pode uniformizar a cultura de um país tão grande?&lt;br /&gt;A cultura brasileira, ou aquilo que se quer proteger como sendo pura manifestação da cultura brasileira, é o que? Reformulando a pergunta e abrangendo mais o assunto: o que é preciso para que algo seja considerado como sendo parte da cultura brasileira?&lt;br /&gt;É a questão do tempo? Aquilo que se perpetua então faz parte de uma cultura?&lt;br /&gt;É a questão da qualidade estética?&lt;br /&gt;Vou terminar o texto com uma paráfrase do título de um capítulo do Livro "Dialética da Colonização", de Alfredo Bosi, só para deixar mais interrogações: existe uma CULTURA BRASILEIRA E (ou) CULTURAS BRASILEIRAS?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-115161407913021240?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/115161407913021240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=115161407913021240&amp;isPopup=true' title='22 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115161407913021240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115161407913021240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/06/as-fogueiras-de-so-joo.html' title='AS FOGUEIRAS DE SÃO JOÃO'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>22</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-115119285857024039</id><published>2006-06-24T20:41:00.000-03:00</published><updated>2006-06-24T20:47:38.580-03:00</updated><title type='text'>Transitando por aí...</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/1600/fogueira.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/400/fogueira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Calças assungadas, saia arribada... Fomos pular fogueira!&lt;br /&gt;Voltamos depois do São Pedro! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-115119285857024039?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/115119285857024039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=115119285857024039&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115119285857024039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115119285857024039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/06/transitando-por.html' title='Transitando por aí...'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-115068143771829790</id><published>2006-06-18T22:35:00.000-03:00</published><updated>2006-06-19T00:06:48.993-03:00</updated><title type='text'>FÉ CEGA, FACA AMOLADA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Bom... chegou a minha vez de colocar algum tema em discussão. E vai ser a primeira vez que escrevo para me submeter a comentários de pessoas que conheço... (aiaiai...)&lt;br /&gt;Antes de escrever, decidi reler tudo que foi dito por aqui nessas últimas três semanas. Percebi que falamos sobre muitas coisas, todas elas presentes em nosso dia-a-dia. Razão e emoção. Tudo ao mesmo tempo, apesar de cada post comentar algo separadamente.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/1600/incenso.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/200/incenso.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Fiquei pensando o que faltava, se é que faltava alguma coisa. Decidi ir por uma linha em que sou extremamente curiosa, e na qual não tenho, nem quero ter, qualquer opinião fechada.&lt;br /&gt;Estou falando sobre espiritualidade.&lt;br /&gt;Em tempo: Sempre fui curiosa, e desde criança inventava o meu próprio movimento nessa área. De família essencialmente católica, freqüentei cultos evangélicos, reuniões espíritas, estudei astrologia, pratiquei yoga e meditação budista. Essa minha necessidade de movimento me expulsou de tudo. Mas carrego comigo cada uma dessas experiências, e cada uma forma hoje um pedaço da minha compreensão da espiritualidade.&lt;br /&gt;Sou fã declarada de pessoas que apresentam uma relação mais espiritual com o mundo. Mas não estou falando de religiosidade, que entendo como essa fé cega e sem questionamentos que comumente é encontrada por aí. O estímulo à obediência cega a preceitos, ou dogmas, me soa como uma manipulação do ser humano. Como já disse antes, acho que todos temos capacidade de pensarmos livremente, sem precisar de citações. Leituras e pregações são necessárias para o amadurecimento, mas não podem impedir, ou melhor, enrijecer, o fluxo natural do pensamento.&lt;br /&gt;Os dogmas religiosos, em geral, colocam o plano divino como algo muito distante e superior ao que vivenciamos. Dão respostas para tudo, inibem que as pessoas façam perguntas, como se perguntar fosse um pecado. As coisas se tornam tão previsíveis que parece que a vida só vale a pena porque existe a morte.&lt;br /&gt;As pessoas que relatam ter passado por alguma experiência divina, ou mística, sempre comentam sobre momentos de arrebatamento, de iluminação, de saída do “plano terreno” para o “plano divino”. Essa sensação, pelo que vi, pode ser fruto de muita oração, de mantras, ou até do uso de drogas. Quando escuto essas histórias, fico me perguntando: Será que estar (ou sentir-se) ausente do que acontece por aqui é um presente de Deus?&lt;br /&gt;Penso que a questão espiritual pode ser muito mais vinculada ao humano. O plano divino unido ao plano terreno. O místico/divino tem cheiro de gente.&lt;br /&gt;Enfim, me parece que a espiritualidade ganha força quando se une ao cotidiano, quando sai do ritualístico e dogmático. O mundo não pára, e o espírito também não. E esse movimento é infinito e imprevisível. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-115068143771829790?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/115068143771829790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=115068143771829790&amp;isPopup=true' title='23 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115068143771829790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115068143771829790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/06/f-cega-faca-amolada.html' title='FÉ CEGA, FACA AMOLADA'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>23</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-115016428075991749</id><published>2006-06-12T23:03:00.000-03:00</published><updated>2007-01-16T21:11:46.273-03:00</updated><title type='text'>O SEU AMOR</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Este é meu primeiro texto aqui, por isso quero dizer que há algumas semanas, assediado intelectualmente por Sílvia – a rainha do trio eletro-sol – para criarmos um espaço de discussão, fiquei tão honrado e assombrado, por dividir um blog com duas criaturas tão especiais pra mim, que não conseguia escrever nada. Travei. Literalmente. Até agora não consigo. Nem sei se conseguirei.&lt;br /&gt;Bom, pelo menos, prometo que ao longo do texto não citarei a expressão Copa do mundo, primeiro porque não sou fã de futebol, muito menos de Copa do Mundo. A televisão só fala, mostra e come Copa do Mundo e o mundo tá respirando Copa do Mundo. Acredito que o pseudo patriotismo comum nesta época de Copa do Mundo apenas reforça a falta de um patriotismo na vera, enquanto espera-se a próxima Copa do Mundo.&lt;br /&gt;Quero falar sobre relacionamentos, na urgência do DIA DOS NAMORADOS.&lt;br /&gt;Tantas propagandas! Tantos apelos midiáticos! Devo comprar este ou aquele perfume? Este ou aquele dvd? Este ou aquele cd? As datas comemorativas se resumiram a isso: “Que presente vou dar?”&lt;br /&gt;Além do mais, estamos com uma ânsia desesperada de antecipar os momentos, talvez reflexo da velocidade com que as informações circulam hoje. Antecipamos tudo! Dentre tudo o Amor, ou uma relação amorosa.&lt;br /&gt;Fico sempre atento quando percebo alguém dizer: “eu me entreguei demais!”. Mas Amar não é isso mesmo? Correr o risco?&lt;br /&gt;A verdade é que não queremos mais sofrer, muito menos ceder. Com a comodidade da vida moderna, sofrer por amor não tem mais vantagem. O que vale é ter prazer. Apareceu um problema, um defeito no parceiro(a) adeus! Estamos sem paciência para os defeitos alheios, os nossos já bastam. Claro que sofrer por sofre é sadismo, e isso é outra história. Falo aqui do descompasso, do desassossego pelo qual passam e vivem todos os enamorados.&lt;br /&gt;Quero falar de Amor. Santo Antonio – coitado – receberá tantos pedidos!!! Quantas bananeiras serão esfaqueadas? Quantas velas queimadas? Tudo por um Amor! Tudo para ter alguém pra vida inteira, ao nosso lado, juntinho, pra todo dia dividir carinho.&lt;br /&gt;Em época de “lapada na rachada”, “ser de todo mundo”, “namorar pelado” “cachorras” e “tchutchucas” – será que se escreve assim mesmo? – muitos questionam sobre a falta de Amor. Na verdade, percebo que nunca se falou tanto em amor: amor por uma causa (ONG’s é o que não faltam); amor pela inclusão social (mais ONG’s); porém, enfim, se questionarmos bem nunca vimos tanto amor [guardado], pois falamos e pouco vivemos AMOR.&lt;br /&gt;Homos, heteros, trans, assex, bi, etc, etc, etc ... todos nós queremos a sorte de um amor tranqüilo! Que façam nossa humanidade crescer! Que nos coloque a um passo de uma armadilha! Que dê um bocado de beleza à nossa vida!&lt;br /&gt;O Amor não morreu, só ele é real. Façamos! Vamos Amar! Arriscar! Mas, o seu amor, ame-o e deixe-o correr, brincar, cansar, dormir em paz e livre para Amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo¹: Esta semana, dia 17/06, será a Parada do Orgulho Gay, de São Paulo ou Parada pela Diversidade Sexual, mas o que é mesmo isso? Acredito que, no fundo, mais uma forma de encontrar respeito – a si e ao próximo - e viver o Amor e qualquer maneira de amor vale a pena!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo²: Dedico este texto a você que há 9 anos, quase 10, me faz viver a vida sem deixar que eu me esqueça das duas gotas de óleo na colher.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-115016428075991749?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/115016428075991749/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=115016428075991749&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115016428075991749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/115016428075991749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/06/o-seu-amor.html' title='O SEU AMOR'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-114964415452203652</id><published>2006-06-06T22:32:00.000-03:00</published><updated>2006-06-06T22:35:54.530-03:00</updated><title type='text'>PENSANDO NA MORTE DA BEZERRA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não tenho pretensões de defender teses nem de embasar esta afirmação em fundamentos teóricos. Não. Na verdade, parto de constatações e opiniões puramente superficiais. Seria necessário tempo para afirmar ou negar com veemência o que aqui digo – e pode ser que alguém até já tenha feito algum estudo sobre isso tudo e venha aqui me chamar de imbecil!&lt;br /&gt;            Quero falar a respeito das fôrmas literárias Romance e Poema.&lt;br /&gt;            Vou ser categórico – assim dará margem a mais discussões: o Romance está morrendo, assim como o Poema. Mas, no vazio deixado por eles, estão entrando, respectivamente, o Cinema (o filme: longa metragem – isto para ser mais específico) e a Música.&lt;br /&gt;            Talvez estas duas fôrmas literárias estejam morrendo justamente por causa do cinema e da música, ou estes sejam a evolução daqueles. Sei lá. Mas há algo como que abandono sistemático do público. Talvez esse abandono seja a causa dos tempos pós-modernos. Sabe-se que hoje se exige muito das pessoas, e o dia de 24 horas já é pouco. Isso causa o fator da economia. Digerir informação com a maior velocidade possível. Para não adentrar na questão do custo-benefício. Deixa eu parar por aqui.&lt;br /&gt;            O cinema faz isso, nos proporciona a rápida deglutição do produto, pois são duas horas e pronto – além de ser uma prática social, o que agrega mais valor ao produto. Sem contar que um filme é recheado de canais por onde a informação nos adentra: movimento, cores, formas, sons (música), textos (alem do texto, o material sonoro das interpretações dos atores, recheado de informações). Simultaneamente: ainda mais desta maneira. Poupa o tempo dos ‘leitores’ toda essa carga informativa de além-texto, completando as lacunas que, no romance, são preenchidas por nossa imaginação.&lt;br /&gt;            E o que diria da música? Vamos ser mais específico – sendo genérico: música popular, dessas das rádios...ou dos cd’s... Tem um texto poético, que ouvimos enquanto fazemos outra coisa (arrumando-se para sair, conversando com alguém, pensando na morte da bezerra, etc). Alguém o está recitando pra nós. Além de recitá-lo, ainda joga informação na linha melódica e harmônica. E mais: você pode ouvi-lo não sei quantas vezes, assim dá mais tempo para analisá-lo.&lt;br /&gt;            Verdade ou não? Constatação. Bom ou ruim? Não sei! Pergunte para as pessoas quantos romances leram durante os últimos meses, ou quantos poemas. Agora pergunte quantos filmes ou quantas músicas? Perderão a conta, pode ter certeza.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-114964415452203652?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/114964415452203652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=114964415452203652&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/114964415452203652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/114964415452203652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/06/pensando-na-morte-da-bezerra.html' title='PENSANDO NA MORTE DA BEZERRA'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29189092.post-114930252531252086</id><published>2006-06-02T23:38:00.000-03:00</published><updated>2006-06-03T00:26:55.006-03:00</updated><title type='text'>No princípio...</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/1600/P3250281.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4336/3103/320/P3250281.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Transitar&lt;/em&gt;: No princípio, era o verbo. Como uma filosofia de vida. Verbo em movimento, simplesmente. Caminhar a favor da corrente para não cansar. O tempo mostrou que o verbo precisava de complementos. Com por. Amadurecer. Era necessário expandir a idéia, sem alterar o princípio. Agora é reelaboração, reconstrução, sem esquecer o que passou antes de tudo. E o tudo é transitório, como todo o resto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COM&lt;br /&gt;Tudo na brinca. Nada no vero-vero. Tudonada cabe, até mentiras sinceras, de hoje, e falsas verdades, de sempre. É beta, meta dentro e fora, agarrando o sol com a mão pra carnavalizar a vida-coração, de esquina pra esquina. É fragmentar-se. Deus não é uno, porque nós teremos de sê-lo? Melhor do que transitar é transitar por transitar. Hoje, amanhã e depois. O trio eletro-sol busca o óbvio no próprio mix, pelas fibras óticas e na intraintertextualidade. Do big bang ao big mac. De Jesus de Nazaré aos Tambores do Candomblé (Oxumaré!). Tupi, Latin, Yoruba. Pôr o dedo lá, ligar e [não] lançar sentido(s), mundos no mundo. Pré-Pós-Tudo isso não tem fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POR&lt;br /&gt;Quando se transita se permite que se passe; e que não se fique, que o verbo transitar permite a passagem, não a estadia. Quem não é transitivo é intransigente (ou será intransitivo?).&lt;br /&gt;Idéias são pousadas (não são casas), ou melhor, são caminhos pelos quais tem-se-deve-se-pode-se passar. Pontos de vista distribuídos ao redor daquilo que se mira: uma noite ficamos num; outro dia no outro, depois retornamos ao primeiro... São como meras máscaras que usamos e que, para o bem da evolução do saber, permitem-se que sejam usadas e jogadas fora. Todo texto tem de ser fechado com aberturas.&lt;br /&gt;Ser constante é ser ponto final; não é ser vírgula ou ponto e vírgula ou ponto na mesma linha, ou ser vários pontos (...)&lt;br /&gt;Ponto. Final. Reticências...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Sílvia, Leonardo, Jânsen&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29189092-114930252531252086?l=verboemmovimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/feeds/114930252531252086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29189092&amp;postID=114930252531252086&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/114930252531252086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29189092/posts/default/114930252531252086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://verboemmovimento.blogspot.com/2006/06/no-princpio.html' title='No princípio...'/><author><name>trio eletro-sol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11123328433279065751</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry></feed>
